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Ataques de pânico – origem e cura

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Os ataques de pânico são como um furacão que se abate sobre nós, deixando-nos sem fôlego e desesperados. Eles surgem sem aviso prévio, com sintomas físicos intensos, como sudorese, palpitações cardíacas e dificuldade para respirar. Esses episódios podem ser tão intensos que podemos acreditar que estamos morrendo ou ficando loucos. Eles podem nos deixar paralisados, impedindo-nos de realizar tarefas quotidianas ou simplesmente de sair de casa. Entender a origem dos ataques de pânico e encontrar maneiras de lidar com eles é vital para recuperar nossa qualidade de vida e se sentir seguros novamente.

A origem dos ataques de pânico é multifatorial e pode ser influenciada por fatores biológicos, psicológicos e ambientais. A predisposição genética pode desempenhar um papel importante na ocorrência de ataques de pânico, já que as pessoas com parentes próximos que sofrem de transtorno de ansiedade ou depressão têm maior probabilidade de desenvolver ataques de pânico. Além disso, condições médicas, como o hipertiroidismo, também podem causar ataques de pânico.

Os fatores psicológicos também desempenham um papel crucial na origem dos ataques de pânico. A ansiedade generalizada, a baixa autoestima e a tendência a evitar situações stressantes são alguns dos fatores que podem aumentar o risco de ataques de pânico. Eventos traumáticos passados, como abuso, violência doméstica ou perda significativa, também podem desencadear ataques de pânico.

Os fatores ambientais também podem contribuir para a ocorrência de ataques de pânico. Mudanças significativas na vida, como o nascimento de um filho, a perda de emprego ou o fim de um relacionamento, podem ser estressantes e desencadear ataques de pânico. Além disso, o uso de drogas, como cocaína e cafeína, também podem aumentar o risco de ataques de pânico.

Felizmente, existem tratamentos eficazes disponíveis para ajudar as pessoas a lidar com os ataques de pânico.

A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é um tratamento comprovado para ajudar as pessoas a identificar e mudar os pensamentos e comportamentos negativos que podem estar a fomentar os ataques de pânico. A TCC também ensina técnicas de relaxamento e respiração para ajudar a controlar os sintomas físicos dos ataques de pânico.

A terapia de exposição também pode ser eficaz, pois envolve expor gradualmente o indivíduo às situações que desencadeiam os ataques de pânico, a fim de desensibilizá-lo e diminuir a ansiedade associada a essas situações.

Os medicamentos também podem ser usados ​​para tratar os ataques de pânico. Os ansiolíticos, como o diazepam, podem ser usados ​​para aliviar rapidamente os sintomas dos ataques de pânico. No entanto, esses medicamentos geralmente são usados ​​como tratamento de curto prazo, pois podem causar dependência e efeitos colaterais indesejáveis. Antidepressivos, como a fluoxetina e a sertralina, também são frequentemente usados ​​para tratar os ataques de pânico.

É importante lembrar que cada indivíduo é único e pode responder de maneira diferente ao tratamento. Mudanças no estilo de vida, como a prática regular de exercícios, uma dieta saudável e uma boa qualidade de sono, podem ajudar a diminuir os sintomas dos ataques de pânico. Além disso, o apoio social é vital, portanto, é importante ter pessoas próximas para conversar e compartilhar as nossas preocupações.

Os ataques de pânico são como um furacão que pode nos consumir, mas com a ajuda de um profissional qualificado, técnicas de relaxamento e mudanças no estilo de vida, podemos aprender a navegar essas tempestades e recuperar a calma e o controle de nossas vidas. Não permita que os ataques de pânico governem a sua vida, procure ajuda e encontre a cura.

Uma outra terapia também bastante indicada para a cura de ataques de pânico é a Terapia Multidimensional que com a ajuda dos Seres de Luz consegue endereçar directamente as causas do problema, mesmo que o terapeuta e o paciente não as conheçam.

Marcação de Terapia Multidimensional

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