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Influência mental à distância

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A influência mental à distância consiste numa experiência submetida a diversos estudos científicos replicados por diversos investigadores ao longo de décadas. Neste experimento que o leitor terá a oportunidade de conhecer, comprova-se a influência que a mente de uma pessoa tem sobre o corpo de outra ainda que à distância de vários quilómetros.

A importância deste estudo é enorme dada a necessidade de demonstrar de forma científica a algumas pessoas que ainda conservem dúvidas concernentes à eficácia de terapias ou técnicas espirituais e energéticas realizadas remotamente tal como a Terapia Multidimensional, a Cura Multidimensional Estelar, a Terapia de Leitura de Aura, a Cura Quântica Estelar, o Theta Healing®, a Cura Reconectiva®, o Magnified Healing® entre outras.

O tipo de estudos que irei apresentar ao leitor designa-se de DMILS (acrónimo de Direct Mental Interactions with Living Systems) e começou a ser produzido como experimento científico em ambiente de laboratório em meados dos anos 70 como forma de validar os efeitos fisiológicos numa pessoa causados pela intenção de uma outra remotamente localizada.

Neste estudo de «interacções mentais directas com sistemas vivos», são testadas duas pessoas – a primeira que designaremos de “Ana” (sujeito A) e a segunda que designaremos de “Francisco” (sujeito B). O experimento científico pode ser levado a cabo por um ou mais investigadores presentes. Neste tipo de estudos, são tomadas diversas considerações, nomeadamente:

  • o sujeito A será aquele que irá receber a energia ou intenção de cura
  • o sujeito B será aquele que irá focar na imagem do sujeito A e enviar-lhe uma intenção
  • os sujeitos são escolhidos aleatoriamente e não se conhecem antes da experiência de forma a que não possam trocar entre si qualquer tipo de informação. Um céptico poderia argumentar que as pessoas envolvidas teriam combinado informação entre si pelo que se adoptou esta abordagem.
  • aos sujeitos são atribuídos papéis diferentes sendo um o “terapeuta” – aquele que envia a energia com a sua intenção de cura – e o outro, o “paciente” – aquele que recebe essa energia de cura.
  • os sujeitos estão separados fisicamente para que não possam trocar qualquer informação entre si
  • o paciente estará isolado numa câmara de paredes duplas de aço maciço protegida de quaisquer sinais electromagnéticos e contra ruído acústico

Assim sendo, estando o paciente (sujeito A) numa câmara com as condições acima descritas não poderá comunicar através de infravermelhos, bluetooth, sinais de rádio, Wi-Fi ou qualquer outro meio de comunicação. Sendo que a câmara também está protegida contra ruído acústico à semelhança do que acontece em modernos estúdios de gravação de música, por mais barulho que a Ana faça, o Francisco (seu terapeuta) não a conseguirá ouvir. Em alguns destes estudos, o Francisco está separado a centenas ou milhares de quilómetros da Ana.

Como Dean Radin, doutorado em Psicologia, pesquisador e autor de várias obras no campo da Parapsicologia como os best sellers Mentes Entrelaçadas, The Conscious Universe entre outros, cientista sénior no Institute of Noetic Sciences na Califórnia, E.U.A e professor adjunto do Departamento de Psicologia da Sonoma State University, afirma, esta câmara tem um aspecto algo sombrio quando vista do exterior mas no interior tem um aspecto mais acolhedor dado que está decorado com tons quentes e pastel e plantas. O objetivo é criar um ambiente mais humano que uma espécie de arca frigorífica revestida por folha de aço.

De seguida, solicita-se à Ana que se sente numa cadeira bastante confortável e relaxe. A Ana é então ligada a um sistema que apresenta num monitor as alterações medidas na atividade das suas glândulas sudoríparas. O objetivo é aferir a atividade do seu sistema nervoso autónomo. De seguida, a Ana deverá pensar no Francisco de forma a estabelecer com ele, uma ligação mental.

A experiência irá decorrer durante 30 minutos sendo que, durante esse tempo, a Ana não tem conhecimento de quando o Francisco vai pensar nela (enviar intenção de cura), o que lhe vai enviar (tipo de pensamentos e emoção), o período de tempo durante o qual o Francisco lhe vai enviar os pensamentos ou a localização geográfica do Francisco quando ele lhe envia os pensamentos.

Após se ter verificado que a condutância da pele da Ana, está a ser devidamente monitorizada fecha-se a porta ficando a Ana sozinha na câmara. Em seguida, o Francisco é levado para um local onde existe uma sala à prova de som. O Francisco senta-se e passa a observar num monitor as instruções que o computador lhe vai dando, as quais são selecionadas por um processo aleatório. As instruções são apenas duas: excitar ou acalmar.

Após o computador dar a ordem ao Francisco, este deverá imaginar, com a sua intenção, a Ana tendo a reação emocional que o computador indicou, isto é, se o computador indicar ao Francisco que deve excitar a Ana, o Francisco deverá mentalizar a Ana numa situação de esforço físico ou mental como subir uma escadaria de 100 metros bastante íngreme, fazer um exame de condução (stress mental) ou ver-se frente a frente com uma serpente de 4 metros de comprimento. Caso o computador forneça ao Francisco a indicação de que a deverá acalmar, deverá imaginá-la numa praia no fim da tarde, a disfrutar do pôr-do-sol, a meditar na Natureza ou a assistir à visão celestial das núvens do topo de uma montanha muito elevada.

Assim, em média, o Francisco deverá cumprir cerca de 20 instruções de acalmar a Ana e outras tantas de a excitar emocionalmente. Em alguns casos de estudo, é fornecido ao Francisco a possibilidade de biofeedback da Ana, isto é, o Francisco poderá assistir num monitor, à reação da Ana observando os dados de condutância da pele em tempo real. Quando lhe é dada essa possibilidade, o Francisco poderá ajustar com base nesse feedback as imagens nas quais está a mentalizar a Ana, com o objetivo de cumprir mais eficazmente as instruções que o computador lhe vai ditando de forma aleatória.

Sempre que é dada uma instrução ao Francisco, é-lhe mostrado um cronómetro para que o Francisco possa enviar a informação mental à Ana durante um período fixo de 20 segundos.

Assim, em resumo, durante um período de 30 minutos, o computador irá dar 20 instruções de excitar e 20 instruções de acalmar sendo que a ordem de cada uma dessas 40 instruções de 20 segundos é totalmente aleatória.

Para finalizar, com o objetivo de avaliar os resultados desta experiência laboratorial, o investigador irá recolher os dados e irá separá-los em dois conjuntos – o conjunto de períodos em que o Francisco pretendia excitar a Ana e o conjunto em que a pretendia acalmar. Caso se verifique que nos períodos em que o Francisco a tentou excitar, houve um aumento da atividade de condutância da pele, e nos períodos em que o Francisco a tentou acalmar, houve uma redução dessa mesma atividade e, caso essa relação se mantenha ao longo de um grande número de sessões de teste, então poderemos afirmar que existe de facto uma influência mental de uma pessoa sobre outra, remotamente localizada, quer a nível físico, emocional e mental. Tal facto, dá-nos o suporte científico necessário, de acordo com os vários controlos que foram já empregues no decurso dessas mesmas experiências, nomeadamente, a total incapacidade de os sujeitos testados trocarem qualquer tipo de informação antes da experiência o que a iria naturalmente invalidar, para afirmar que as curas energéticas à distância têm realmente um efeito. Dessa forma, fica comprovada a influência da psi no sistema nervoso autónomo de um indivíduo.

Há imensas variantes de experiências DMILS já realizadas, todas elas já replicadas e replicáveis por diferentes grupos de investigadores, provenientes de várias faculdades e institutos de vários países o que atesta que a influência mental não é específico de um grupo, de um país, de uma cultura mas sim, algo transversal a todos os seres humanos.

O pesquisador Stefan Schmidt do Instituto de Medicina Ambiental e Epidemiologia Hospitalar do Hospital Universidade de Friburgo na Alemanha realizou uma revisão sistemática de todos os estudos DMILS realizados até à época e devidamente documentados. Recomendo ao leitor interessado que visite o Research Gate – uma rede social que agrega atualmente mais de 15 milhões de cientistas cadastrados e cerca de 130 milhões de publicações científicas cuja metodologia, interpretação de dados, modo de controlo das experiências conduzidas no âmbito do trabalho de pesquisa e investigação de empresas, institutos e universidades, podem ser devidamente consultados, debatidos, citados e recomendados pelos pares.

Recomendo também ao caro leitor, a consulta do livro escrito pelo Dr. Dean Radin, Mentes Entrelaçadas, no qual são expostas várias dezenas de experiências psi.

Fonte(s):
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https://www.researchgate.net/publication/279719074_Direct_mental_interactions_with_living_systems_DMILS

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