Síndrome de baixa auto-estima

A forma como nos vemos a nós mesmos influencia em grande medida a forma como fazemos as coisas e, consequentemente, os resultados que obtemos. A auto-estima influencia de forma decisiva na área amorosa e profissional. Se a imagem que temos de nós mesmos é negativa, entram em acção diversos mecanismos de auto-sabotagem, muitas vezes ao fazer as coisas mais simples. Os Seres de Luz no âmbito da Terapia Multidimensional, uma das mais eficazes na cura dos sintomas de baixa auto-estima, influenciam energeticamente o corpo mental da pessoa, sede das crenças negativas sobre si própria, de forma à pessoa sentir-se automaticamente melhor consigo mesma, se amar a si própria e se considerar digna de ser amada pelos outros.

Vantagens da Terapia Multidimensional em relação a outras terapias

Reiki: O Reiki é uma terapia energética formidável no tratamento da depressão aliada a baixa auto-estima mas é necessário um número muito mais elevado de sessões para tratar baixa auto-estima do que as cerca de 5 sessões necessárias de Terapia Multidimensional sendo que, em alguns casos, esse número é ainda menor.

Meditação: A Meditação é muito eficaz para colmatar problemas de baixa auto-estima já que dá energia à pessoa, acalma a mente (passa a produzir menos “filmes”) e aproxima-a do seu verdadeiro centro – o espírito. No entanto, apesar de eficaz, tem um problema: demora muito. Pode demorar meses até que haja uma melhoria de fundo significativa. Neste sentido, a Terapia Multidimensional é bem mais rápida a actuar. Os Seres de Luz sabem exatamente onde estão as raízes do problema da pessoa e ao incidirem a sua acção directamente sobre os seus corpos subtis, conseguem que a pessoa tome consciência e se liberte.

Psicologia Clínica: Com uma abordagem mais tradicional do antigo problema de baixa auto-estima, poderiam passar-se até várias dezenas de sessões ao longo de meses sem que a pessoa sentisse melhorias, quer por inaptidão do psicólogo, quer por o cliente não estar a comunicar tudo o que era necessário para a sua cura. Imensas vezes, o que acaba por acontecer é o cliente usar a sua consulta somente para se expressar com alguém que é profissionalmente treinado para ouvir. Os meses vão-se passando sem que o problema fique efectivamente resolvido ou sequer tenham conseguido em conjunto – psicólogo e cliente – chegar à verdadeira raíz do problema dado que este, apesar de comum nos consultórios de Psicologia Clínica, é um assunto extremamente complexo que poderá demorar meses ou anos a resolver usando uma abordagem tradicional.

Com a Terapia Multidimensional, o problema é eficazmente resolvido de uma forma completamente revolucionária face ao antigo paradigma. Em Terapia Multidimensional, cada sessão dura uma hora e é realizada pelos Seres de Luz, actuando directamente sobre o corpo mental e emocional do cliente, consultando os registos akáshicos para aceder às suas vidas passadas se necessário, encaminhando obsessores para a luz e reequilibrando todos os chakras e toda a energia da pessoa ao mesmo tempo que vão fazendo com que ela tome consciência daquilo que está a ser libertada quer em sonhos, quer em eventos no exterior após a terapia quer em visões enquanto está deitada horizontalmente na marquesa.

Características da pessoa com baixa auto-estima

  • Prioriza os seus defeitos em detrimento das suas qualidades
  • Tem uma enorme necessidade de agradar aos outros
  • Sente que não é deste mundo experimentando frequentemente sentimentos de alienação e total inadequação ao meio social envolvente
  • Está sempre a comparar-se com os outros, quer ao nível consciente, quer a um nível já enraizadamente subconsciente
  • Perfeccionista, exige demasiado de si própria
  • Culpa-se em demasia designando de “falhas” as suas tentativas mal sucedidas de aprender algo novo
  • Confusão mental entre seguir um de vários caminhos possíveis
  • Indecisão ou lentidão a tomar decisões tanto nas coisas mais banais do dia-a-dia (por exemplo,  escolher um de vários bolos numa pastelaria) como nas mais importantes (iniciar uma relação amorosa com pessoa A ou pessoa B, seleccionar o curso certo de faculdade, etc)
  • Senso de identidade mal definida chegando, em casos mais graves, a atingir a esfera da sexualidade (dúvidas sobre a sua orientação sexual, incapacidade de sentir prazer sexual ou de dar prazer ao outro numa relação, etc)
  • Sofre de apatia sentimental não conseguindo sentir verdadeiro amor por si própria e pelos outros embora lhes tente agradar em troca de aprovação
  • Diálogo mental incessante. Esta pessoa não consegue calar os pensamentos, na sua maioria negativos, sobre si própria
  • Não possui paz interna. Esta pessoa está constantemente com um burburinho mental de fundo a debitar negatividade sobre si própria, a avaliar e a julgar os outros e a si mesma, especialmente, em locais públicos
  • Sofre de vampirismo energético
  • Insegurança. Dado a pessoa de baixa auto-estima se auto-avaliar como sendo uma pessoa com pouco valor próprio ela torna-se ansiosa, vulnerável, frágil e susceptível. Consequentemente, cria mentalmente a ideia de um mundo que a pode atacar a qualquer momento e que, em caso de ataque, ela se vai sentir vulnerável e não terá a capacidade de se defender a si ou àqueles que ama.
  • Está constantemente a criar “filmes” mentalmente estando muito pouco tempo no momento presente. Os “filmes” que cria são projecções de uma realidade mais apetecível que aquela em que se encontra (a pessoa de baixa auto-estima tem dificuldades em aceitar a realidade como ela é) quando está parada, em modo de descontração embora, em acção e modo real, tenda a projectar mentalmente “filmes” negativos em que se vê a si própria a falhar de alguma maneira ou algo a correr mal. A Meditação é o melhor remédio para acalmar a mente e recuperar o seu bem-estar interior.

Vampirismo energético

A pessoa com baixa auto-estima suga, de forma inconsciente e contra a sua vontade, a energia das outras pessoas. Fá-lo de várias formas sem se dar conta, nomeadamente, falar uma hora seguida ou mais sobre si própria de uma forma negativa e auto-depreciativa não dando oportunidade à outra parte de também comunicar e se expressar.

Em alguns casos, quando alimentada pela outra pessoa que a ouve (que lhe cede a sua energia dando-lhe atenção), a pessoa de baixa auto-estima sente-se cada vez mais forte enquanto que a outra parte que a escuta se vai sentindo cada vez mais exaurida de energia. Neste caso, a pessoa de baixa auto-estima executa o papel de receptor mas há casos em que acontece o oposto.

Vejamos: o ego segue o princípio da inércia. Se o ego tem uma identidade associada à baixa auto-estima, vai querer continuar com essa identidade. A pessoa com baixa auto-estima tem a tendência de se rodear também de pessoas que sugam a sua energia, ou seja, aqui a pessoa de baixa auto-estima vai actuar como dador. Ela tende a rodear-se de pessoas cujo tema de conversa principal são os seus próprios dramas pessoais e seus problemas bem como pessoas narcisistas.

O papel da Terapia de Leitura de Aura como forma de elevar a auto-estima

A Terapia de Leitura de Aura permite o auto-conhecimento e a limpeza energética dos padrões comportamentais gravados na energia da pessoa. O auto-conhecimento ajuda a pessoa a compreender-se melhor, a aceitar os seus comportamentos actuais e do passado com base numa abordagem psico-espiritual.

Com a Leitura de Aura a pessoa deixa de culpar o mundo e a si própria, substituindo a noção de culpa pela noção de responsabilidade pela sua vida e pelos seus resultados. Com as razões devidamente integradas pelo consulente, ele passa a encontrar-se apto para reassumir a sua responsabilidade pessoal e o seu papel de criador e autor da sua própria história de vida. Ele readquire o seu poder pessoal, exactamente um dos ingredientes chave em falta nas pessoas com reduzida auto-estima.

A Leitura de Aura permite saber as potencialidades e os dons de cada pessoa, informação extremamente útil para a pessoa de baixa auto-estima que tem tendência a classificar os seus desafios como defeitos (quando na realidade, se tratam de remissões kármicas escolhidas voluntariamente pela própria alma antes de encarnar) bem como a não atribuir suficiente atenção às suas qualidades.

Auto-estima elevada após 5 sessões de Terapia Multidimensional

  1. Capacidade de ser feliz
  2. Aumento significativo do bem-estar interior
  3. Amar-se quando olhar para o espelho
  4. Olhar para os outros de uma maneira completamente nova, sentindo amor naturalmente por toda a gente, pelos animais, pelas plantas e pelo mundo em geral
  5. Capacidade de ser assertivo com as pessoas sem ficar a culpar-se depois por ter dito um “não” a alguém (a Terapia de Leitura de Aura tem potencial para o mesmo efeito)
  6. A produtividade no trabalho aumenta dado que a pessoa passa a fazer aquilo que gosta e não aquilo a que se sente obrigada num trabalho com o qual, muitas vezes, nem se identifica (neste caso, os Seres de Luz podem transformar a energia da pessoa de forma a que deixe de atrair o trabalho que a mantem insatisfeita e passe a atrair o trabalho que realmente deseja e se identifica)

Com a Terapia Multidimensional aprende a dizer não’s de qualidade

A pessoa com baixa auto-estima é incapaz de dizer um “não” de qualidade. No plano amoroso, no caso das mulheres, ao serem abordadas num bar ou em qualquer situação social que possibilite a abordagem, rejeitam muitas vezes, de uma forma “atabalhoada”, sem classe e savoir faire a oportunidade que se apresenta originando ressentimentos desnecessários a ambos os lados. Ao aproximar-se o homem e dado que a mulher é um ser bastante sensível e intuitivo por natureza, ela apercebe-se da sua intenção, minutos ou segundos antes. Desde o momento em que percepciona o homem a dirigir-se a ela até que ele lhe dirige efectivamente a palavra (como um simples “Olá!”), a ansiedade toma conta do corpo dela e milhares de sinais de alerta (tanto mais desconfortáveis quanto mais baixa for a sua auto-estima) disparam no corpo dela o que contribui para o aumento da probabilidade de o rejeitar quer tivesse ou não vontade consciente de o fazer por qualquer motivo. A tensão sobe devido ao facto de a mulher não gostar de si própria, considerar que não é merecedora daquela abordagem, que não é um ser digno de ser amado embora, em alguns casos, se tenha auto-convencido (apenas ao nível consciente e não subconsciente) do contrário e que o homem que a aborda, dado ela se auto-considerar “má”, terá necessariamente de ser “mau”, caso contrário, nem sequer a escolheria (crença inconsciente da Lei da Atração – “os semelhantes atraem-se”).

No caso dos homens com baixa auto-estima, na maior parte dos casos, a abordagem nem sequer chega a ocorrer dado o mecanismo de ataque-fuga entrar em acção minutos antes.

Voltando ao exemplo da rejeição feminina, a mulher com elevada auto-estima é capaz de rejeitar o homem, de uma forma suave, discreta e respeitosa mantendo, no entanto, a assertividade da resposta, destituída da carga emocional que ocorre na mulher de baixa auto-estima, sentindo-se bem com ela própria e não originando quer culpa por parte dela, quer ressentimento por parte do homem que é rejeitado.

A influência da baixa auto-estima no plano profissional

Hoje em dia, há elevada pressão no emprego para o aumento da produtividade e para um processo de melhoria constante da organização em que, por vezes, o colaborador é deixado de lado no que concerne ao seu bem-estar.

O trabalho, por vezes, vai-se acumulando, aumentando a pressão interna no indivíduo para que ele seja resolvido o mais rapidamente possível. Com o aumento da pressão, exercida pelos superiores hierárquicos em busca de bónus e cumprimento de objetivos e pelos clientes em busca do melhor pelo menor tempo possível, o cansaço do colaborador vai aumentando até chegar a um ponto em que a sua produtividade começa a declinar, exatamente no período em que era mais necessário que fosse elevada para a organização.

Perante este cenário, um colaborador assertivo e com elevada auto-estima, dirige-se ao seu superior hierárquico e informa-o de que não tem capacidade para “dar conta do recado” e de que é necessário tomar medidas (eventualmente, adjudicar mais colaboradores à sua equipa, priorizar tarefas, negociar um prazo mais alargado com o cliente entre outras). O colaborador com auto-estima elevada mantém um foco no momento presente, avalia melhor os acontecimentos e as suas capacidades e a constatação das suas incapacidades, no momento presente, perante os outros, para responder a uma situação desafiante não o faz sentir-se diminuído. É precisamente essa atitude assertiva que o vai salvar das consequências de um incumprimento de compromisso como acontece com a pessoa de baixa auto-estima.

Já um colaborador com reduzida auto-estima tentará cumprir a todo o custo todas as tarefas que lhe foram atribuídas chegando até a aceitar mais ainda e a acumular algumas dos seus colegas. Para as cumprir, pode ter de trabalhar muito mais horas do que definia o seu contrato de trabalho chegando até a desvincular-se das suas horas de sono necessárias, do seu bem-estar e da presença dos familiares e amigos em prol do trabalho. Com o tempo, o cansaço vai-se acumulando provocando doenças que acabam por se somatizar.

Internamente, o colaborador com baixa auto-estima experimenta uma série de estados de desânimo que o vão desintegrando aos poucos como ser humano. Inicialmente, dada a sua natureza perfecionista, vai aceitando o trabalho que lhe vão atribuindo ainda que vá ficando fora da sua capacidade. É um ser que procura agradar  a tudo e a todos e não suporta “falhar” timings e compromissos ainda que os mesmos sejam irrealistas para as suas capacidades de facto. O colaborador com baixa auto-estima, acaba assim, por vezes, por fabricar, sem se aperceber de forma consciente, as atitudes que o irão auto-sabotar e cujas consequências irão continuar a alimentar um ego negativo com emoções de baixa vibração energetica (pena de si próprio entre outras), alimentos estes que este ego tanto necessita para sobreviver (ver adiante mecanismos de auto-sabotagem).

Quando finalmente acaba por falhar os timings e compromissos, este tipo de pessoa escolhe a frustração como reacção e começa a sentir-se desiludida em relação a si própria, a colocar-se a si própria em causa, a colocar em causa o seu trabalho e rapidamente generaliza para colocar em causa toda a sua história de vida até aquele ponto incluindo, por vezes, até as suas relações familiares e afectivas.

Para lá das eventuais críticas dos superiores hierárquicos e colegas a reforçarem a falha do compromisso para com as expectativas, a pessoa de baixa auto-estima tende a considerá-las como justas e mais do que adequadas, num sentido de auto-punição em vez de sentido de observação, passando a experimentar  sentimentos de que não é digna da confiança dos outros para assumir compromissos, que não se pode esperar muito dela, que não se pode confiar nela e que ela “falhou”. Esse sentimento pode evoluir até que ela própria se considere uma “falha” e se estenda às outras áreas da sua vida. Isso acaba por gerar um dos piores inimigos de uma auto-estima saudável – a culpa.

À medida que esses eventos se vão repetindo, trazendo sentimentos desagradáveis, vão-se acumulando  na memória junto com sentimentos de incapacidade, uma auto-confiança que vai definhando e uma crença interna de que a pessoa não é capaz de cumprir prazos e de fazer as coisas bem. Instalada e reforçada a crença, inicia-se um ciclo de auto-crítica e um quadro mental feito de auto-avaliações negativas.

A relação entre o ego e a auto-estima

A relação do ego com a auto-estima segue o princípio da Inércia (resistência que um corpo oferece à alteração do seu estado de repouso ou de movimento). Um ego com elevada auto-estima alimenta-se de pensamentos e emoções positivos sobre si próprio e tende, inconscientemente, a rodear-se de pessoas  e situações que vão apoiar a continuação desse estado positivo entrando em fricção com pessoas e situações que não estejam de acordo com esse estado. Já o ego com baixa auto-estima alimenta-se de pensamentos e emoções negativos a respeito de si próprio e tem tendência a procurar sempre o tipo de pessoas e situações que fazem a pessoa sentir-se mal ou que a prejudicam.

O ego quer apenas uma coisa – sobreviver. E para sobreviver, é vital o alimento. Se a pessoa tem um ego com uma auto-imagem construída em cima de crenças negativas sobre si própria, procura o alimento correspondente – pensamentos, sentimentos e emoções negativas. Se não encontrar esse alimento, o ego arrisca-se a desaparecer e isso ele não pode suportar de forma alguma. Por essa razão, ele procurará como se lutasse pela própria vida (na realidade, é isso mesmo) as situações que o permitem manter-se tal como está ou até crescer embora negativamente. Assim surgem as pessoas que mesmo sabendo, a priori, que determinada decisão vai atrair ou manter uma pessoa ou situação negativa, embora não o desejando conscientemente, acabam por tomar essa decisão prejudicial, sofrendo as consequências depois. Esse mecanismo de auto-sabotagem sadomasoquista é propriedade de um ego negativo.

Dessa forma, a tomada de consciência proporcionada pela Terapia de Leitura de Aura torna-se um instrumento fundamental para identificar esse padrão e o romper.

Mecanismos de auto-sabotagem frequentes da pessoa com baixa auto-estima

A pessoa com baixa auto-estima usa toda a sorte de justificações internas:

  • Mascara, eufemisticamente, a sua constante auto-crítica e insatisfação pessoal afirmando que se trata de um mecanismo de auto-aperfeiçoamento e de melhoria constante
  • Caracteriza a sua baixa auto-estima como sendo “humildade”
  • No trabalho, aceita mais tarefas e mais complexas do que aquelas para as quais tem capacidade, justificando que a organização e os colegas necessitam dela e do seu esforço adicional (que é constante mas frequentemente visto pela própria como insuficiente). Geralmente, a pessoa justifica que se trata apenas de uma fase passageira de sobrecarga de trabalho na organização e que logo irá terminar embora essas fases passageiras sejam normalmente bastante frequentes no caso particular da pessoa com baixa auto-estima. Ela normalmente argumenta, quando confrontada com o seu ritmo  doentio de trabalho, estar a defender o valor da responsabilidade e do profissionalismo para negar o seu estado psicológico, a necessidade de se ajudar (ou de ser ajudada) e assim o perpetuar.

Diferença entre baixa auto-estima e humildade

Não existe qualquer correlação entre baixa auto-estima e verdadeira humildade. São coisas completamente diferentes. A pessoa humilde não se coloca a si mesma acima de ninguém, não busca ostentar títulos académicos e/ou profissionais (embora os possua em alguns casos) e não procura destacar-se pela imagem, forma como se veste, pelo que possui materialmente (casa, carro), pela família, pelas suas amizades, pelas suas relações afectivas, pelos seus grupos sociais, pelo seu estilo de vida e pelo seu contexto social.

A pessoa humilde pode eventualmente possuir tudo isso como pode não possuir. O elevado valor que atribui a si própria, intrinsecamente, como ser humano consciente e fiel aos seus valores bem como o elevado valor que atribui aos outros sem nunca esse valor ser superior ou inferior ao seu, faz com que a pessoa humilde não seja influenciada por todas essas condicionantes externas como acontece no caso da pessoa de baixa auto-estima que necessita de manter tudo isso quando já possui e que desespera quando ainda não possui.

Nesse sentido, a pessoa humilde é equânime e o valor que atribui intrinsecamente a si (e aos outros) é mais do que suficiente para poder dispensar todas essas coisas e continuar com um sentimento interno de prosperidade e de grande valor.

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