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A Terapia Multidimensional visa tratar de todos os assuntos que se prendem com a evolução da Alma ajudando ao reconhecimento da Unidade dentro de cada um de nós.

O coração do terapeuta multidimensional é usado como portal para facilitar a ascensão do cliente que se apresenta na sessão com diversos assuntos, os quais podem ser atendidos numa única sessão, devendo sempre ter em consideração que será realizado o melhor do ponto de vista da Alma do cliente, isto é, apontando sempre ao seu Bem Supremo. Diversos bloqueios que inibem ou atrasam o crescimento espiritual do cliente, podem ser tratados, nomeadamente, questões relacionadas com a vida amorosa, relacionamentos com familiares, questões judiciais pendentes, vida financeira, bem-estar físico e energético dos animais de estimação, limpeza energética de habitações, veículos e do ambiente de trabalho bem como diversos tipos de fobias, traumas e bloqueios de personalidade (ser muito fechado em novas situações ou com novas pessoas, procrastinação, maus hábitos alimentares entre outros).

A vida afetiva é um dos assuntos mais trabalhados no âmbito de uma terapia multidimensional. Fonte de felicidade para uns e infelicidade para outros, trata-se de um tema incontornável na vida de um ser humano que se quer sentir completo. Diversos problemas podem ser tratados relativos a este assunto tais como a incapacidade de demonstrar a outra pessoa os seus sentimentos e emoções, de apresentar a sua personalidade verdadeira perante outra pessoa, de se assumir como é, de assumir a sua identidade sexual, os seus gostos, a sua pessoa entre outros aspectos.

À semelhança do que postula o Dr. Michael Newton no seu livro A Viagem das Almas, a timidez é castradora da Alma, sendo por isso, um tema bastante recorrente no consultório de um terapeuta multidimensional. A timidez amorosa consiste num subtipo de um bloqueio maior –  a timidez social – e resulta da falta de aceitação de si mesmo o que causa o medo do julgamento dos outros e, por conseguinte, o medo de, muitas vezes, assumir perante outro um sentimento que quando exposto poderia iniciar um relacionamento. Já no caso de a pessoa se encontrar numa relação amorosa, os problemas não terminam. A falta de comunicação entre os membros do casal é um dos factores que podem minar a confiança dos parceiros e conduzir à sua ruptura. Nesse sentido, os Seres de Luz ajudam a harmonizar o relacionamento.

Para os estudantes, a Terapia Multidimensional pode igualmente resultar numa mais-valia dado que pode atenuar a sua ansiedade em vésperas de exames nos seus estudos liceais ou académicos, limpar a sua procrastinação no que concerne aos estudos, estimular a motivação de aprender mais ou, até mesmo, confiar mais em si mesmo aquando da realização de alguma prova de aferição relacionada com a entrada em alguma actividade (exames de código da estrada, exame de condução, provas psico-técnicas ou físicas). Poderá no caso de atletas e desportistas ajudá-los a não colocarem tanta ênfase nos resultados obtidos e a realizarem as suas práticas com mais prazer e menos pressão, ajudando-os a entrar mais vezes em estado de fluxo.

No que concerne à abertura dos caminhos financeiros, esta terapia holística ajuda o cliente ao reconhecimento da existência da Lei da Abundância no Universo e convida-o a entrar num estado mental mais alinhado com a consciência dessa mesma lei, desafiando-o a transformar algumas das suas crenças limitadoras em possibilidades, incluindo de criação de novos negócios através da identificação dos seus dons inatos e das suas potencialidades, no sentido de servir melhor a si mesmo e aos outros de uma forma ética e responsável ou, de igual modo, explorar, por conta de outrém, as suas valências e conhecimentos num determinado campo do saber.

A Terapia Multidimensional proporciona sessão após sessão o retorno à Unidade e, com essa consciência, a auto-confiança nasce de forma espontânea e natural dado que a pessoa se identificará, inevitavelmente, como sendo uma fagulha do Fogo divino da Fonte que arde dentro do coração de cada Ser através da sua Chama Trina. Ela se verá como canal do Ser Maior que faz morada no coração de cada um de nós, resplandecente em cada momento, esperando a nossa tomada de consciência de quem nós realmente Somos. Com a tomada dessa consciência da nossa divindade, um bálsamo de Esperança e Paz é derramado sobre o nosso espírito que o passa a reconhecer como algo nativo em si mesmo. A auto-estima decorre directamente do facto de nos sentirmos amados por nós mesmos, sendo esse, obviamente, um dos objetivos da terapia e, ao mesmo tempo, um meio e um fim em si mesmo. Vida após vida, deveremos amar-nos a nós mesmos cada vez mais, nunca esquecendo o 2º mandamento crístico:

Amarás ao próximo como a ti mesmo.

Muitas vezes, esquecemos este mandamento quando nos lembramos mais do próximo que de nós mesmos e, de igual forma, estaremos a desrespeitar este mandamento. Por demasiadas vezes, mães que se esqueceram de si mesmas enquanto esposas, mulheres e profissionais, se esquecem de si mesmas, de se cuidarem, se mimarem e de se amarem, colocando os filhos num patamar demasiadamente acima do seu, pagando com isso, elevadas consequências, entre as quais, negligenciarem a sua saúde o que ocasiona doenças, negligenciarem a sua forma física e sua aparência o que poderá dar azo a traições por parte do seu marido, namorado ou companheiro ou, tão simplesmente, descaso e perda de interesse pelo desgaste natural da relação.

Cura dos medos

O medo é resultado da falta de amor. Onde não existe o amor, existe o medo. E onde existe o medo, existe a raiva, a estratégia do ataque preventivo no caso de personalidades agressivas. Uma personalidade agressiva é o resultado de uma adaptação a um contexto onde o medo impera. Somos convidados a assistir a esse fenómeno tanto numa escala familiar com maus relacionamentos entre nós e os nossos familiares quanto numa escala internacional entre países e culturas com o tema do terrorismo bem presente nos meios de comunicação. A verdadeira coragem nasce naquele que “dá a outra face”, isto é, que demonstra perante o agressor que dispensa a sua espada e a atira para o chão. Essa atitude de abandonar as armas demonstra uma infalível coragem de vencer o medo, não num sentido de se render ao adversário, mas sim de se render à Paz que nesse guerreiro habita. A máxima coragem nasce de um coração transbordante de amor que não se rende ao medo. A Terapia Multidimensional abre a consciência do cliente ligando-o às verdades universais e intemporais, residentes no seu Eu Superior.

O medo nasce também da ignorância espiritual, da confiança cega nos sentidos, na ilusão da  maya da fisicalidade como postula Deepak Chopra. O medo surge muitas vezes da projecção no outro dos nosso lado sombra que tem vontades e desejos reprimidos de destruição bem como julgamentos negativos sobre os outros.

Um dos medos mais comuns é o medo de falar em público como nos casos de estudantes que rejeitam a oportunidade de apresentar um trabalho na escola ou na faculdade, de um profissional que recusa a oportunidade de fazer uma apresentação de uma ideia ou de um novo produto perante os seus pares ou um artista que rejeita convites para dar um espectáculo. No âmbito da Terapia Multidimensional, o terapeuta multidimensional vai oferecendo novas perspectivas e paradigmas de como encarar esse novo desafio bem como pode, eventualmente, receber mensagens dos Seres de Luz daquilo que realmente o aflige a um nível inconsciente e que o impede de assumir o desafio. O medo está, em geral, associado com complexos de inferioridade e baixa auto-estima.

Limpeza de programações e promessas negativas

Quando afirmámos algo com grande veemência e energia emocional, estamos a dar uma ordem explícita ao Universo e à mente subconsciente, que o irão executar, atraindo situações e pessoas com a mesma vibração da emoção com que foi dito. Se é algo positivo tal como “Vou-me tornar o melhor trabalhador à face da Terra e arredores!” vamos atrair situações em que veremos o nosso mérito profissional reconhecido. Se, por outro lado, é algo castrador tal como “Os bancos e os políticos são corruptos! Nunca mais vou acreditar nos bancos e nos políticos!” atrairemos situações em que, de quando em quando, seremos confrontados com perdas inesperadas de capital nas nossas contas bancárias através de taxas escondidas ou um aumento inesperado de impostos e da inflação. Isso acontece porque atraimos aquilo em que acreditamos e que esperamos – Lei da Expectativa. Aquilo que afirmamos com grande emoção  e sentimento tem o mesmo poder energético de uma oração.

Se após o término de um relacionamento por traição de um companheiro, a companheira afirma com grande raiva “Nunca mais vou confiar nos homens! Os homens são todos infiéis!”, esta terá acabado de fazer uma promessa sem se aperceber. Ela acabou de prometer que nunca mais irá confiar nos homens o que irá, inevitavelmente, trazer-lhe amplos obstáculos no estabelecimento de novos relacionamentos afectivos, no futuro, ainda que ela já se tenha esquecido da frase, eventualmente proferida, há um ano atrás, dez ou trinta anos atrás, ou até mesmo, numa encarnação passada, dado que essa afirmação fica gravada no seu corpo mental inferior. o qual sobrevive após o desencarne do corpo físico e etérico.

Limpeza de pactos

Na Luz não existem pactos. Nenhuma entidade de Luz fica “agarrada” a alguém para o obrigar a fazer o que quer que seja. A Luz e todo o Ser de Luz respeitam integralmente a Lei do Livre Arbítrio. No entanto, quando a pessoa envereda por caminhos que ferem o livre arbítrio da sua Alma e de outras através de magias negativas, pode ficar comprometida através de pactos que tenha feito com entidades de baixa vibração em troca de dinheiro, sexo e poder. Esses pactos podem-se arrastar por várias encarnações comprometendo gravemente a evolução espiritual da Alma que tem, já de si, um longo caminho a percorrer (centenas de milhares de anos ou, até mesmo, milhões de anos) até atingir a Iluminação. Normalmente, esses pactos trazem acopladas obsessões por parte de entidades que, outrora, eram escravas mas que mais tarde passarão a ser os senhores dos obsidiados. Esses pactos, assinados, consciente ou inconscientemente, pelos mais desavisados que não enxergavam além da satisfação imediatista dos seus egos, vícios e sentidos, podem ser rompidos numa sessão de Terapia Multidimensional se o seu Eu Superior para tal der autorização. Normalmente, é dada autorização quando a pessoa já aprendeu a lição. Caso contrário, terá de continuar refém das suas escolhas do passado por mais algum tempo até que o sofrimento lhe traga uma dose maior ainda de humildade, busca espiritual e necessidade de redenção.

Limpeza de contratos kármicos

Um contrato kármico consiste num acordo espiritual realizado entre duas ou mais Almas quando ainda estão na fase de planeamento da sua próxima encarnação e que prevê a aprendizagem de determinadas lições que poderão implicar maior ou menor grau de sofrimento através da interação entre as mesmas quando estiverem novamente encarnadas. Os contratos kármicos podem ser celebrados de forma a ajustarem-se a diversos papeis familiares, sociais, profissionais ou afectivos.

Por exemplo, uma Alma pode assinar um contrato kármico com outra em que uma fará o papel de pai e a outra de filho. Foi combinado nesse acordo que o pai teria um comportamento extremamente exigente e autoritário como forma de compensar a tendência a um estilo de vida de total libertinagem e abuso dos sentidos perpetrados pelo espírito do seu filho ao longo de várias vidas passadas. Assim, nesta vida atual, segundo o contrato, é suposto o pai ter uma grande firmeza e presença na educação e formação moral do seu filho. O pai, neste mero exemplo, pode estar também implicado em remissão de karmas anteriores dado que em vidas passadas foi um progenitor demasiado individualista, preocupado apenas consigo mesmo, desligado completamente das suas responsabilidades familiares e que vem, nesta vida, com a ajuda deste filho de comportamento obstinado e rebelde, aprender a importância de estar presente na formação moral dos seus filhos, tendo para isso, de abdicar de alguns confortos materiais que a sua presença mais alongada no escritório poderia traduzir em termos salariais.

Assim, neste exemplo, o pai vem ajudar o filho a tornar-se nesta vida mais responsável e moralmente mais equilibrado porque lhe vai restringir o acesso aos gozos desmesurados a que se entregou em vidas passadas. Já o filho, por seu turno, vem ajudar o pai, a dar mais importância à família e abdicar do seu demasiado confortável individualismo, praticado ao longo de várias vidas passadas.

Se ambos já tiverem aprendido a lição, os Seres de Luz poderão com a autorização da Alma (Eu Superior) rescindir o contrato. Assim, após a sessão de Terapia Multidimensional, o filho poderá reparar que o pai ficou muito mais brando, menos autoritário e exigente e o pai, por seu turno, poderá reparar que o filho apresenta uma maior maturidade o que o vem descansar mais e lhe permitirá afrouxar o controlo rigoroso que antes exercia sobre ele e confiar mais na sua capacidade de gerir a sua própria vida.

Limpeza de votos

Outros dos serviços prestados pela Terapia Multidimensional, por vezes, designada de TM ou TMD como forma de abreviatura, é a limpeza de votos realizados nesta vida ou vidas passadas.

Alguns dos votos são o voto de fidelidade eterna como acontece na celebração de matrimónios no âmbito de determinadas religiões em que os noivos trocam juramentos de amor e fidelidade eternas dado que nessas religiões acreditam que só se vive uma vez e que, após casados na vida na Terra, continuarão casados como desencarnados no umbral e, mais tarde, nas dimensões superiores. Acontece, por vezes, que isso interfere no livre arbítrio das Almas quando decidem ter novas encarnações e nessas novas encarnações necessitam de interagir ao nível amoroso com outros espíritos que não aquele com quem casou numa ou várias de suas muitas vidas. Para as Almas serem verdadeiramente livres, estes votos podem ser rescindidos durante uma sessão de Terapia Multidimensional.

O voto de castidade é igualmente limitador no exercício de livre arbítrio dado que quando foi contraído fazia sentido num determinado contexto religioso, cultural ou espiritual no passado dado que a pessoa pode ter pertencido a uma ordem religiosa, filosófica ou espiritual que o impunha, pode ter sido pela exigência de uma dada profissão ou no âmbito de um movimento religioso ou espiritual a que a pessoa aderíu. Se esse voto não for rescindido, podem acontecer problemas de frigidez na mulher ou impotência no homem, dado que em novas encarnações podem não conseguir ter uma vida sexual saudavelmente livre de limitações com o seu parceiro ou parceira devido à existência de padrões de programação a serem executados a nível inconsciente da mente, derivados de vidas passadas. Uma consulta de regressão de vidas passadas pode levantar um pouco o véu e trazer mais pormenores a essa questão num caso específico. No entanto, tal não é necessário, para que os votos sejam limpos uma vez que nesta vida já não fazem sentido dado que a Alma normalmente procura um novo tipo de experiência nesta encarnação.

Outro dos votos que pode comprometer a liberdade de escolha de um novo caminho para a Alma é o voto de celibato. Certas religiões, seitas e ordens filosóficas impõem a todos ou apenas a alguns membros o celibato. Normalmente, este costume está ligado à necessidade de um membro que queira realmente aspirar a cargos superiores numa organização, sendo por isso que se deverá dedicar por completo à sua aspiração sendo, portanto, incompatível com a comunhão com outra pessoa ou uma vida de família.

Por exemplo, é normal na tradição do Hinduísmo, que um verdadeiro buscador da Iluminação deseje seguir um caminho mais asceta e tornar-se um brahmacharya ou uma brahmacharini. Os monges budistas seguem o mesmo caminho. No entanto, a decisão dessas pessoas está firmemente alicerçada na vontade de evolução espiritual a par do programa de encarnação específico que a Alma deles escolheu nessa vida.

Quando a Alma vem experimentar uma vida que implique a existência de relacionamentos afectivos após uma vida ou várias vidas de celibato, poderá experimentar algumas dificuldades no relacionamento com outras pessoas a nível afectivo. Essa pessoa poderá, por exemplo, dizer numa consulta de Terapia Multidimensional que tem muitos amigos e amigas e uma vida social intensa mas que mesmo assim não consegue apaixonar-se por ninguém ou sentir atração. Poderá também sentir a um nível inconsciente um enorme medo de iniciar um relacionamento dado que sente que poderá estar a cometer um grande erro embora, ao nível consciente, não consiga encontrar uma razão válida para que tal acção seja considerado um erro.

Para além da limpeza dos votos de castidade, os Seres de Luz ocupam-se também da limpeza de votos de pobreza. Em algumas ordens de monges e freiras, é ordenado aos seus membros que façam o voto de pobreza. Esses membros não deverão possuir coisa material alguma excepto a minimamente indispensável à sua saúde e vida. Tal entende-se como o objetivo de se libertar do apego às coisas passageiras da Terra e se dedicar de corpo e alma à busca da sua divindade.

Outros dos votos comuns assumidos em vidas passadas é o voto de obediência. Este voto é comum quando o cliente de Terapia Multidimensional pertenceu a ordens religiosas e militares. Este voto poderá criar restrições na forma como a pessoa se sente autónoma e capaz de tomar as suas próprias decisões. Poderá gerar um complexo de inferioridade que implicará a rejeição contínua de cargos de autoridade impedindo a progressão profissional, por exemplo.

Por último, temos o voto de solidão. A pessoa pode ter, numa vida passada, assumido este voto por vários motivos. Um deles pode ter sido a imposição por parte de uma determinada ordem religiosa ou espiritual. Outro, pode ter sido por motivações políticas relacionadas com exílios. Ou ainda, pode ter sido, por determinação própria como voto de protesto contra um determinado grupo, família ou comunidade como forma de punição. Quando a pessoa assumíu este voto numa vida passada, na vida actual pode ter de lidar com o isolamento social e as nefastas consequências para a vida profissional e amorosa que daí decorre.

Cura de traumas

Quando um trauma acontece, uma parte da nossa energia é retirada formando uma parte de nós que agora está separada. Essa parte da nossa energia tem agregados funcionalidades que agora não mais vamos poder fazer uso. Com o objetivo de nos tornar novamente “inteiros”, os Seres de Luz vão localizar essas partes da nossa energia, curá-las em naves-hospital ou outros lugares do plano astral e reintegrá-las em nós, novamente, porém com a aprendizagem que o trauma nos deixou mas sem as marcas emocionais que limitariam as nossas escolhas do presente.

Para entender melhor o conceito, darei um exemplo de um homem que vai caçar na floresta. A certa altura, é atacado de surpresa por um javali que emerge da densa folhagem sem lhe dar tempo para reagir e lhe arranca um pouco da barriga da perna fugindo após o caçador ter dado um tiro para o ar para o afugentar. O caçador está gravemente ferido e toma consciência de que a perna poderá começar a ficar infectada de diversos microrganismos patogénicos nas próximas horas. Dado que não tem acesso a cuidados médicos nas proximidades, ver-se-á obrigado a cortar a sua perna pelo joelho para não afectar o corpo por inteiro devido a ter começado a gangrenar. Graças a essa audaz e corajosa decisão, conseguirá salvar a sua vida. Porém, ficará impossibilitado de se locomover e terá perdido a sua perna. Terá ficado sem a funcionalidade de andar. É exatamente isto que acontece em termos psicológicos com uma pessoa que sofre um trauma com algumas leves diferenças, claro está, em relação a um traumatismo físico. Para que a mente humana não fique comprometida no seu todo, a Alma isola a parte doente no porão escuro do inconsciente da mente até que alguém – um médico ou um Ser de Luz – vá lá com uma lanterna ao porão, encontre essa parte perdida, a restaure e a reintegre de forma que o todo possa contar novamente com a funcionalidade que perdeu.

Existem diversos tipos de traumas e que dependendo da forma como a pessoa reagíu, da idade em que ocorreram e das circunstâncias atenuantes ou agravantes, podem deixar cicatrizes psicológicas de maior ou menor gravidade. Poderão ser traumas relacionados com abuso sexual ou violação que poderão impossibilitar a pessoa de estabelecer relacionamentos saudáveis sendo que, em muitos casos, a vítima poderá atrair companheiros no mesmo padrão.

Poderão ser traumas relacionados com bullying na infância ou adolescência que afetarão dramaticamente a pessoa reduzindo a sua auto-estima e auto-confiança. Outros traumas  são decorrentes de brincadeiras aparentemente inocentes que tiveram consequências psicológicas nefastas tais como obrigar alguém a engolir pequenos répteis e aracnídeos vivos, fechar num armário escuro com pouco espaço, empurrar e segurar de seguida alguém do terraço de um arranha-céus de 300 mts de altura, fechar alguém à chave às 3:00 da manhã dentro de uma casa assombrada ou cemitério ou pregar um susto usando uma máscara assustadora à noite no silêncio após ver um filme de terror.

Poderão também estar relacionados com ataques de animais tais como aves ou mamíferos (cães nos mais frequentes), acidentes de viação bem como maus-tratos físicos e verbais em público.

A vantagem da Terapia Multidimensional em relação à prática de uma regressão a vidas passadas é que o paciente não tem de reviver o terror na sua mente novamente. Isso não invalida que em algumas sessões não possam vir imagens ao consciente, porém a pessoa, estará sempre ciente que está num ambiente seguro, amoroso e acolhedor.

Cura da vítima interior

Por vezes, no âmbito de uma consulta de Terapia Multidimensional, o paciente coloca-se numa posição de vítima, de alguém a quem o mundo, Deus, a sociedade ou os pais devem imenso. Essa pessoa está a usar de um paradigma que não reforça a sua verdadeira identidade divina mas apenas lhe dá um certo conforto temporário sendo que o preço da inércia dessa pessoa se desvelará demasiado caro se não o alterar. No Universo inteiro não existem vítimas. Existirem vítimas no Universo significaria que não existiria Justiça Divina e se não existisse Justiça Divina, não poderia haver Deus. Tal como numa sala de tribunal, quando um crime é exposto perante o juíz, todos as testemunhas de defesa e acusação devem ser ouvidas e o crime deverá ser julgado num plano o mais alargado possível de forma a aferir todas as devidas consequências do mesmo para todos os envolvidos, directa e indirectamente.

Quando a pessoa se coloca no papel de vítima, ela abdica do seu poder pessoal para poder modificar a sua realidade atual para uma realidade mais feliz. A Terapia Multidimensional ajuda a pessoa a recuperar a sua responsabilidade (responsability ou response ability – capacidade de responder perante uma dada situação). Ao assumir a responsabilidade pela sua situação atual, a pessoa substitui a falsa identidade de uma vítima indefesa perante as agruras do mundo pela de uma Alma imortal, herdeira de Deus, que se permite experienciar o jogo da encarnação atual de uma perspectiva superior.

Cura de depressão

A depressão resulta de uma raiva voltada para dentro. Há pessoas deprimidas que revelam a sua depressão através de uma irritabilidade constante e outras que a revelam através de uma apatia extrema, totalmente ausente de emoções positivas. Embora o Reiki se revele uma terapia sobremaneira eficaz quando realizada por tempo suficiente (recomendo 42 dias seguidos de Reiki) sobre um paciente com depressão, a Terapia Multidimensional também poderá ajudar a recuperar quando a depressão tem origem em circunstâncias negativas pontuais tais como a perda de um emprego, de uma casa ou de um relacionamento e não em situações crónicas em que a depressão surge como algo que dura há mais de 10 anos e assume quase um estilo de vida e está instalada há tanto tempo que passa a fazer parte da própria personalidade e identidade da pessoa derivada da forma negativa como se vê a si própria e ao mundo.

Cura de ataques de pânico

Por vezes, ataques de pânico são gerados quando uma memória vem à superfície do inconsciente para o consciente derivada de uma situação que servíu de base para reavivar algo semelhante que a pessoa vivenciou no momento em que se deu o trauma nesta vida ou vidas passadas. Esse trigger pode ser um cheiro, uma situação, uma pessoa ou uma frase.

Esse tipo de ataques de pânico podem ser tratados com Psicologia, Psicoterapia, Terapia Multidimensional, Mesa Radiónica, Cura Quântica Estelar ou outras terapias. Porém, existem casos em que os ataques de pânico não são provenientes de um memória do espírito da pessoa mas sim de um obsessor que a pessoa traz consigo, chamado normalmente de “encosto”. Nesse caso, o paciente não está a sentir um medo extremo seu mas o medo extremo do espírito que se encontra a obsidiá-lo na sua aura. Como os Seres de Luz podem fazer o encaminhamento dessa entidade para a Luz, não são muito difíceis de resolver.

Sensações após a terapia

Normalmente, após uma sessão de Terapia Multidimensional o paciente sente uma sensação de maior paz e leveza interior, de um estado de graça. Essa sensação dura, em média, cerca de 3 dias e embora a pessoa regresse ao normal, a cura que a levou lá à terapia já se operou e a pessoa não volta a cair tão profundamente no estado negativo em que se encontrava antes e já conseguirá vislumbrar a sua realidade com um outro olhar com mais Fé e Esperança no futuro.

Sessão após sessão, a pessoa sentir-se-á cada vez melhor e mais em Paz.

Cirurgias espirituais

Os Seres de Luz são também capazes de realizar cirurgias sobre o corpo astral do paciente o que se irá repercutir mais tarde a nível físico. Por outras palavras, eles alteram a informação do DNA de cada célula de um órgão doente e aumentam a sua vibração restaurando a saúde do deva daquele órgão. Quando as células daquele órgão terminarem o seu ciclo de vida (algumas células duram algumas horas ao passo que outras duram 6 meses), as novas células já conterão a nova informação saudável. Os Seres de Luz fazem também transplantes de órgãos saudáveis colocando-os no lugar dos órgãos doentes no corpo astral. Não raras vezes, a pessoa que foi submetida a uma cirurgia física a uma parte do seu corpo, sente essa parte ser “mexida” pelos Seres de Luz ainda que essa cirurgia tenha sido há mais de duas décadas antes.

Obviamente, a cirurgia espiritual realizada na Terapia Multidimensional não deve ser nunca considerada como substituto de um acompanhamento médico ou mesmo em substituição de uma cirurgia física. Deve ser vista antes como um complemento. Da mesma forma, também não deve ser considerada equiparada às cirurgias espirituais realizadas por médiuns de cura  que normalmente incorporam médicos do plano astral em centros espíritas como é o caso do magnânimo trabalho realizado pelo venerável médium João de Deus em Abadiânia no estado de Goiânea no Brasil.

Os Seres de Luz limpam também o corpo astral de miasmas – informação de doenças bem como de larvas astrais.

Conexão AVA Crianças

por Célia de Jesus
Terapeuta Holística, fundadora do espaço Tree Natura Terapias e criadora da Conexão AVA

Durante vários anos a minha vida profissional foi ligada à saúde. Assisti ao início da introdução no mercado de medicamentos ditos para hiperatividade e défice de atenção. Estamos a falar de um período de tempo de 15 anos atrás até agora em que passou a ser moda tomar este tipo de medicamentos, ora para facilidade do médico, ora para facilidade dos pais, ora por falta de informação de ambas as partes.
Ainda hoje em dia, em 2016, eu vejo o quão pouco resultado teve essa abordagem mais tradicional. Ainda hoje lido com essas mesmas crianças que assisti serem medicadas pela primeira vez em que o rosto delas dizia “eu não preciso disso, eu estou bem” e que hoje diz “eu não preciso de ninguém, e faço o que me apetece”.
Sempre tive a curiosidade de falar com estas crianças e de ver o que realmente se passava na mente delas. As respostas eram quase sempre a mesmas – “não sei porque sou assim; os meus pais ralham muito comigo; eu não gosto da escola; eu tento ser melhor”. Partia-me o coração cada vez que vendia este tipo de produto… Sempre achei que podia ser diferente mas, a verdade é que, nem eu, nem os médicos nem os pais sabiam como lidar com estas crianças.
Todos estes anos tornaram estas crianças em adolescentes sem controlo (porque tinham o controlo do medicamento) e completamente indiferentes ao que os rodeia (porque o medicamento deixa-os menos reativos a tudo, incapazes de lidarem com situações de uma forma natural).Sem ambições, sem objectivos e sem regra, vão saboreando cada dia sem rumo.
Claro que existem outras crianças, hoje adultos, que têm a mesma personalidade e não foram medicadas. Mas essas tinham outro rumo a tomar, como o de educar os pais, ensinar os pais a amar ou simplesmente receber atenção equilibrada, entre tantas outras. Cada caso é um caso.Temos de perceber que somos almas. Almas estas que precisam de evoluir e, para isso, temos de vir à Terra viver experiências para essa mesma evolução. Só quando “erramos” aprendemos e evoluímos. E muitas dessas experiências têm de ser vividas com pessoas agora presentes, na sua maioria, os pais.
Logo, vêm com estas crianças tudo o que seja traumas de vidas passadas, ligações kármicas, medos de abandono, instabilidade perante a sociedade, mediunidade (por vezes incompreendida) e inúmeras situações. Claro que tudo isto se manifesta até, mais ou menos, aos 5 anos. Depois torna-se normal na criança, quando era muito mais fácil ter eliminado muitas das situações logo ao princípio com terapias energéticas e alternativas. Acabamos por ter assim os nossos actuais adultos com medo de não serem aceites na sociedade e inúmeros bloqueios a nível de emoções e sentimentos.
Muitos dos sinais de mediunidade se manifesta logo desde cedo com conversas com amigos imaginários; conversas com entes queridos que já morreram; sabedoria muito profunda que não é própria de uma criança; falar outras línguas; adivinhar inúmeras coisas; pesadelos recorrentes ou medo da noite; estar constantemente a olhar para o nada, quando nós adultos é que não temos a capacidade de ver. Estes são alguns exemplos que presenciei de uma forma bastante próxima.
Tudo isto pode ser aceite de maneira mais fácil para uma criança se for, em primeiro lugar, compreendida e depois ajudada. Não é fácil para estas almas chegarem ao plano físico e não saberem lidar com tudo tornando a situação mais difícil quando os pais infelizmente também não sabem como ajudar.O caso é que agora tenho a possibilidade de dizer que existe outra possibilidade ao invés de medicar de uma forma mais severa.
Já eu, estando nas terapias, um dia uma amiga pediu-me para fazer Reiki às filhas, uma com ciúmes e outra baixa auto-estima. Logo na primeira vez vi que era tudo menos Reiki o que eu em conjunto com os Seres de Luz que trabalham comigo estavam a operar. As crianças melhoraram imenso logo após a primeira sessão. Verifiquei que estava a receber uma outra maneira de tratar crianças, sem a necessidade de as manter quietas (factor que que lhes traz grande dificuldade) e com pouquíssimo tempo de consulta (o que as faz não se saturarem). A partir daí começaram a surgir novas crianças em que se verificou o mesmo.Hoje esta terapia tem o nome de Conexão AVA Crianças, e sinto-me orgulhosa de dar mais esta oportunidade aos pais de ser diferente.
Juntos com outra alternativas como homeopatia, yoga para crianças e meditação, a Conexão AVA vem acrescentar uma mais-valia às crianças do futuro, fazendo assim com que as crianças de hoje se tornem adultos conscientes e com vontade de viver de amanhã.Ninguém vem cá para sofrer, todos vimos para experienciar. Então porque não eliminar a maior bagagem de outras eras e aprender a lidar com o que trouxemos realmente para trabalhar?
Vale a pena pensar nisto!

 

Terapeuta: Célia de Jesus
Marcações: 910 879 049
Site: www.TreeNaturaTerapias.com

Sintonização em Kundalini Reiki

O que permite o Kundalini Reiki?

O Kundalini Reiki permite que determinados canais de cura e chakras sejam abertos e que o praticante tenha acesso à energia da Terra que é parte integrante da energia universal.

O chakra da raíz, centro energético localizado na base da coluna vertebral, actua como uma entrada da energia Kundalini.

História

O Kundalini Reiki foi trazido ao plano físico através de Ole Gabrielsen, um mestre de meditação que inspirou imensas pessoas ao redor do mundo.
Kundalini Reiki é o resultado directo das imensas horas de meditação de Ole Gabrielsen passadas em comunhão sagrada com Mestre Kuthumi (citado como Koot Hoomi), choan do segundo raio.

Informação

O Kundalini Reiki é especialmente indicado para pessoas que tenham tido problemas com o despertar da sua energia kundalini. Todas as pessoas interessadas em aprender Kundalini Reiki, devem começar pelo Kundalini Reiki Nível I mesmo que tenham sido já sintonizadas ou iniciadas noutros sistemas de Reiki.

Como receber as sintonizações

As sintonizações podem ser recebidas presencialmente ou remotamente não havendo qualquer diferença entre uma modalidade e outra. O futuro praticante deverá estar relaxado, deitado confortavelmente numa cama ou marquesa ou sentado numa cadeira de olhos fechados, com as palmas das mãos voltadas para cima. O praticante não tem de fazer nada excepto relaxar e desfrutar da experiência, a qual irá durar cerca de 20 a 30 minutos, sendo que quando a sintonização termina, normalmente, o praticante apercebe-se de que terminou ou, simplesmente, adormeceu durante a sintonização e acordou mais tarde, já depois da mesma ter terminado. Se adormecer, não existe qualquer problema.

Kundalini Reiki I

No procedimento de sintonização em Kundalini Reiki todos os bloqueios nos chakras são removidos. O meridiano de energia principal (sushumna), desde o chakra da coroa até ao chakra da raíz é limpo e preparado para a abertura que o praticante irá experienciar na sintonização no Kundalini Reiki II. A capacidade do chakra cardíaco de receber e enviar energia é aumentada bem como o canal de energia desde as mãos até ao chakra da coroa.

Procedimento de cura

1º Sentar a pessoa (receptor da energia) confortavelmente numa cadeira. O receptor deverá estar de olhos fechados. De seguida, o terapeuta coloca as mãos sobre os ombros da pessoa.
2º O terapeuta esvazia a sua mente através de meditação ou exercícios de respiração e pensa “Reiki” para iniciar o fluir da energia. A intenção de cura do terapeuta sintonizado vai fazer com que a energia automaticamente comece a fluir livremente para o receptor deslocando-se a mesma para onde é necessária. A energia é inteligente. O terapeuta não tem de se concentrar. Apenas deve relaxar e desfrutar da energia que está a transmitir.
3º Quando tiverem passado cerca de 3 a 5 minutos, o terapeuta sentirá que a energia parou de fluir ou pode sentir-se um pouco cansado. Isso significa que a cura está completa. A energia de cura irá, no entanto, continuar a trabalhar no receptor.

Kundalini Reiki II

A partir do 2º nível de Kundalini Reiki, o terapeuta em vez de pensar “Reiki” deve pensar “Kundalini Reiki”. Agora, após este nível, estará a ser usado o fogo da Kundalini como parte da energia de cura.

Meditação Kundalini Reiki

Após a sintonização no segundo nível de Kundalini Reiki, o praticante pode tomar parte de uma meditação especial para os sintonizados neste nível e posterior. A meditação dura de 5 a 10 minutos.

A meditação Kundalini Reiki irá fortalecer a energia da Kundalini e aumentar, durante um breve período, a capacidade dos chakras secundários das palmas das mãos.

Procedimento para a meditação Kundalini Reiki

1º Sentar numa cadeira ou deitar numa cama ou marquesa confortavelmente com os olhos fechados.
2º Pensar “Meditação Kundalini Reiki”. O processo irá iniciar e automaticamente parar entre 5 a 15 minutos depois.
3º Simplesmente relaxar e desfrutar da energia.

Para obter o máximo efeito, esta meditação deve ser realizada todos os dias para elevar a vibração e maximizar a limpeza dos canais energéticos.
Quando o praticante usa esta técnica no Kundalini Reiki, ele apenas recebe tanta energia quanto aquela com que ele pode lidar e necessita a cada momento e não mais. O praticante usando esta técnica nunca vai receber mais energia do que aquela com a qual ele consegue lidar. Esta é uma das razões pelas quais o Kundalini Reiki é seguro e aplica-se para a cura de si próprio, dos outros e para a meditação Kundalini Reiki.

Kundalini Reiki III – Nível de Mestre

As sintonizações anteriores são fortalecidas e a capacidade do chakra da comunicação, do plexo solar e da raíz é aumentada ainda mais.
O intervalo mínimo recomendado entre a sintonização do Kundalini Reiki II e o Kundalini Reiki III é de 10 dias.
Chegado ao nível de Mestre, o praticante pode sintonizar outras pessoas neste sistema de cura.

Como sintonizar outras pessoas

O procedimento para sintonizar outras pessoas neste sistema de cura é extremamente simples.
1º Pedir ao seu próprio Eu Superior o acesso às sintonizações (este procedimento só é possível caso o mestre tenha as sintonizações todas de Kundalini Reiki)
2º Pedir aos seus guias e a Mestre Kuthumi para auxiliar no processo de sintonização

Exemplo de sintonização em Kundalini Reiki

Pedir ao seu Eu Superior: “Eu peço que (nome do sintonizando) seja sintonizado em Kundalini Reiki 1”. O pedido deve ser realizado com intenção, fé, focado no coração e total respeito pelas energias envolvidas, guias e Mestre Kuthumi.
Após o pedido, a sintonização inicia-se e irá parar ao fim de cerca de 25 minutos.
Quando estiver a sintonizar presencialmente um grupo de pessoas em Kundalini Reiki 2, poderá realizar o seguinte exercício prático: peça-lhes a cada um dos sintonizandos para sentir a área da cabeça 40 cms acima antes e depois da sintonização.
Desta forma, os sintonizandos vão poder sentir a diferença entre a chama da Kundalini activa e inactiva. O modo de sintonização presencial é igual ao modo remoto.

Reiki – antiga arte de cura

O Reiki não procede do terapeuta mas do Universo que usa o terapeuta como canal condutor dessa energia. Sendo assim, o terapeuta não é responsável pela cura. Quando a cura de uma dada condição não se opera, podem haver razões cuja compreensão não esteja logo disponível. Por exemplo, em alguns casos, o paciente tem de passar por determinadas experiências por razões kármicas. A pessoa que recebe o tratamento pode, de igual forma, rejeitar consciente ou inconscientemente o Reiki. Dado que o Reiki está de acordo com as leis divinas, automaticamente respeitará o livre arbítrio da pessoa. Por vezes, a pessoa quer muito a cura de uma dada condição mas se se recusar a um nível inconsciente, a energia não entra. Nesse caso, há que fazer uma ou várias sessões de Psicoterapia para compreender porque razão a pessoa está a rejeitar a sua própria cura. Esta situação é mais frequente do que se pensa. Por mais terapias que a pessoa experimente, se ela continuar a recusar de uma forma inconsciente a cura, a única coisa a fazer é usar de psicoterapia (pode incluir hipnoterapia) para chegar à razão.
Algumas das razões que fazem a pessoa recusar a sua própria cura a um nível inconsciente:

  • A pessoa deseja que os outros sintam compaixão de si pela sua condição embora frequentemente a própria tenha grandes objecções em admiti-lo;
  • O espírito da pessoa necessite que ela sinta compaixão pelos que sofrem dado que a própria pessoa fez outras pessoas sofrer em vidas passadas devido à inconsciência do sofrimento dos outros;

O Reiki é uma energia que só pode ser usada para o bem supremo de todos os envolvidos no processo de cura. Simplesmente, não é possível fazer mal algum seja qual for a condição da pessoa.
O Reiki pode ser usado e é indicado para qualquer pessoa seja qual for a idade dela podendo ser usado em bébés, crianças e idosos. Para pessoas com problemas físicos ou emocionais, o Reiki cura. Em pessoas saudáveis, o Reiki relaxa, confere-lhe optimismo e torna-a mais amorosa, tolerante e amável com os outros. Mesmo quando usado em moribundos, o Reiki alivia o processo de desencarne e proporciona consolo e paz.

O Reiki ao serviço dos doentes oncológicos

Atenua os sintomas da quimioterapia e radioterapia em doentes com cancro revestindo-se de particular importância, nestes casos, que haja profissionais de saúde iniciados em Reiki e familiares que acompanhem esses doentes;

O Reiki ao serviço da recuperação pós-operatória

Acelera o processo de recuperação em doentes que tenham sido submetidos a uma cirurgia, quer antes para acalmar a pessoa, quer depois para diminuir as dores;

Duração: 1 hora (pode estender-se caso seja necessário)
Valor de troca: 20€ (ou 15€ se já tiver feito uma consulta de Terapia de Leitura de Aura ou Terapia Multidimensional connosco)

Marcação de sessão de Reiki

  1. (obrigatório)
  2. (email válido obrigatório)
 

Amor incondicional

Vamos falar de amor? Vamos falar de amor!

Um dos tipos de amor mais importantes é o amor por nós próprios. Uma das dificuldades de nos amarmos a nós mesmos de forma incondicional e sem mácula são as ideias veiculadas pela sociedade e que foram denegrindo a nossa consciência de valor próprio o qual é intrínseco ao simples facto de sermos seres espirituais ligados a Deus. Ideias como “gostar de nós próprios é errado ou egoísta” ou “amar o próximo, esquecendo-se de si próprio” foram minando a nossa capacidade de sermos felizes e este processo iniciou-se logo na infância.

Em criança e, a posteriori, na adolescência, aprendemos que gostarmos de nós era o equivalente a sermos egoístas ou convencidos. Ensinaram-nos a sermos “boas pessoas”, a colocar os outros à frente e a pensar nos outros em primeiro lugar. Fomos sendo condicionados para partilhar as nossas coisas com os primos, os amigos, os colegas, apenas porque era educado fazê-lo, independentemente da nossa vontade. É capaz de ter ouvido dizer que, enquanto criança, você não tinha voto na matéria, que a sua opinião não era importante e que devia saber qual era o seu lugar, lugar este deduzido por si, logicamente, como sendo inferior.

Os bebés nascem repletos de auto-estima. Mais tarde, quando crianças, consideram-se bonitos e com um senso de importância bem fundado de uma forma natural. Mas à medida que a adolescência se vai aproximando já as ideias veiculadas pela sociedade vão surtindo efeitos e aniquilando a auto-confiança e dando lugar a sentimentos de inferioridade e insegurança. Afinal, não é normal andarmos por aí a gostar de nós mesmos. O que é que os outros vão pensar? O sugestionamento é extremamente subtil e as ideias, embora não sendo passadas com má intenção, vão-se instalando. As cortesias sociais fazem parte deste condicionamento que a sociedade julga requisito necessário para a entrada no mundo dos adultos. Entre as crianças, “por favor”, “se faz favor”, “com licença”, “obrigado” e outras fórmulas de cortesia nunca são usadas. Estas apenas são usadas com o intuito de agradar aos mais velhos. Instruções como “vai cumprimentar os teus tios e os teus avós” ou “pede licença para te levantares da mesa” entre outras vão deixando a mensagem clara de que os outros têm importância, você, enquanto criança, não tem importância. Sugestões como “não te fies no teu julgamento”, “és criança, não percebes” foram ajudando a interiorizar a ideia de que as suas próprias opiniões valiam menos que as opiniões alheias.

A generalização, como mecanismo do raciocínio humano, catalisou estas ideias a níveis que tornaram a inversão dos valores errados de infância uma luta que se poderá estender pelo resto da vida.

Estas regras, mascaradas de normas sobre como viver em sociedade, aprendidas na infância, persistem na idade adulta originando todo o tipo de inseguranças que, inevitavelmente, se reflectirá na vida amorosa. O amor que consegue transmitir aos outros é directamente proporcional ao amor que sente por si mesmo.

O amor incondicional ou, o único que merece esse título de amor, é a capacidade de permitir que as pessoas que amamos sejam o que quiserem ser e manifestarem-se da forma que entenderem, sem que se lhes exija qualquer coisa em troca.

Porém, quantas pessoas, em pleno acordo com a sua consciência, são realmente capazes de colocar isto em prática? Como é que consegue a proeza de amar os outros e, simultaneamente, os deixar ser sem os tentar aconselhar ou influenciar para que correspondam às nossas expectativas? A resposta é directa. Porém, por vezes, só pode ser entendida a partir de um lugar interno de liberdade espiritual, de um nível superior de consciência: amar-se a si próprio. Quando se ama a si próprio, automaticamente considera-se bonito, atraente, precioso, importante, imprescindível e valioso. Quando tiver reconhecido o quão maravilhoso e digno de amor é, não necessitará mais da aprovação dos outros nem estará dependente dos julgamentos de outros sobre as suas decisões e comportamentos.

Somente quando parte de um lugar em que se ama a si, pode amar os outros, pode dar aos outros e fazer algo por eles com uma consciência completamente diferente daquela em que parte quando o faz pela sua necessidade de aprovação social. Passa a amar os outros a partir de um sentimento de verdade, em que já não espera recompensas ou receber a gratidão e o reconhecimento do exterior. É algo de sua livre iniciativa e não da iniciativa de um ego dominado pelos padrões da infância. O prazer que recebe está já a sentí-lo quando dá, no momento presente, sem antecipar o seu próprio futuro. Aí sim, pode pensar nos outros! Não enquanto não se amar verdadeiramente a si próprio… Se não se ama e se considera sem valor, que valor terá o amor que você tenta dar? E se não o consegue dar, será que o consegue receber? Mesmo que alguém, próximo de si, seja capaz de lhe dar amor verdadeiro e incondicional, você não o conseguirá receber porque não se valoriza e poderá, eventualmente, acabar por rejeitá-lo devido à sua condição auto-imposta de não-merecimento. O valor que você tem está dependente do amor que consegue sentir por si próprio em primeiro lugar.

Até alguém o pode amar mas você não vai conseguir receber esse amor porque, caso não se ame a si próprio, a sua tendência será a desvalorizar tanto o amor que lhe é entregue como a pessoa que o entrega dado que faz uma correspondência subconsciente de que algo de valor é dado a alguém importante, de valor, e algo menos valioso é dado a alguém menos importante.

Quando não se ama a si próprio, tem tendência a fazer exigências, a usar de artimanhas sociais para manipular o outro. Por exemplo, nas relações amorosas, quando um companheiro tenta rebuscar o amor do outro através de promessas que o outro proferíu, contratos assinados, alianças, pessoas, situações, eventos e coisas em comum…

A dificuldade de dizer “amo-te” está também intimamente ligada a este problema. Quando a pessoa não se ama a si própria, uma declaração de amor tem um peso imenso e comporta um elevadíssimo risco dado que se encontra dependente da resposta da outra parte. Todo o seu valor é colocado em jogo quando a pessoa, sem amor próprio, ganha coragem (eventualmente) para pronunciar esta palavra. Caso a sua intenção não seja correspondida, a pessoa vê perdida uma parte de si. Por outro lado, se a intenção for correspondida apenas verá continuar a sua dependência do exterior e poderá resultar numa relação de co-dependência – uma forma imatura de relacionamento.

Porém, se a palavra for pronunciada por alguém que se ama a si próprio, então a resposta não será tão importante já que não está apegado ao resultado. Não estar apegado a um resultado decorrente de uma acção que se empreendeu é a verdadeira maestria da vida. Shiv Charan Singh, criador do sistema numerológico Karam Kriya, ensinou-me em Sintra (Agosto de 2010) que não é o desapego que devemos praticar mas antes o não apego. Desapego implica a existência de um mal que já foi feito e que agora estamos em modo de limitar os danos. Não apego, por seu turno, é preventivo.

Alguém que se ama a si próprio não tem qualquer dificuldade em dizer “amo-te” já que parte de um amor que já tem e que não pode perder, de um amor que parte de si mesmo e que se permite ter e que, por conseguinte, não necessita do exterior. Caso não obtenha a resposta desejada, embora não dependente da mesma, o seu valor permanece intacto. Ser ou não retribuído não iria influenciar rigorosamente nada na forma como o próprio se vê a si mesmo e a importância que atribui a si próprio. Talvez quisesse que a outra pessoa o correspondesse mas não é essencial para essa pessoa.

Como atingir esse estado? Uma das formas era ter nascido numa sociedade constituída por seres espiritualmente iluminados. Não que estivesse dependente deles para o condicionarem para o amor por si mesmo porque esse você já o tem desde que nasce mas sim para que, simplesmente, estes seres sábios, não fazendo nada, o deixassem intacto com a auto-estima com que nasceu, o exacto oposto do que faz a sociedade actual – nasce com elevada auto-estima e amor-próprio e condicionam-no para o “integrarem” como adulto na sociedade, baixando-a com “boas intenções” para o “domesticarem”.

Outras das formas, não necessariamente a única, é através da prática espiritual. O Reiki é um dos melhores exemplos.

A tomada de consciência

Assumirmos a responsabilidade pela nossa vida é uma das consequências de uma sessão de terapia da Leitura da Aura que tem como principal objectivo a tomada de consciência do consulente.

Tendo nós crescido numa cultura que nos ensina que não somos responsáveis pelo que sentimos ou pensamos mas apenas pelo que fazemos, ocorre uma certa desresponsabilização do sujeito, visível nas frases que usamos comummente para o justificar.

Por exemplo, podemos dizer “sinto-me irritado” em vez de “decidi criar em mim a sensação de irritação já que normalmente uso a raiva como forma de manipular os outros já que eles pensam que eu os posso dominar temporariamente dessa forma”. O que é comunicado a um nível subconsciente é que não somos responsáveis pelos nossos sentimentos sendo apenas resultado das nossas reacções. A nossa comunicação implica, na sua base, um tipo de raciocínio que nos é passado pelo condicionamento social sem que nos apercebamos.

De forma a assumir a responsabilidade pela sua vida e, consequentemente, aceder a essa liberdade de escolha para que não se sinta mais preso a uma situação, é necessário aprender a pensar de uma forma nova. O espírito da pessoa, muitas vezes, durante uma leitura da aura, revela esse problema. É como se houvesse algo na pessoa, algo de uma sabedoria mais profunda, que pensa de uma forma diferente do ego. O ser humano está habituado a uma determinada corrente de pensamento e é necessário algum trabalho para interromper esse hábito.

A felicidade é uma disposição natural em cada ser vivo conforme podemos observar em crianças de tenra idade, ainda não sujeitas ou, pelo menos, pouco sujeitas ainda, ao condicionamento social. Para um adulto, já sujeito ao condicionamento social, é necessário desaprender todos esses vícios de raciocínio e apercebermo-nos dos pensamentos nocivos que nos retiram a liberdade de escolha. Para isso, é necessário que ganhemos consciência deles e da forma como nos estão a prejudicar. Essa é precisamente uma das funções da leitura da aura – o espírito, de longe bem mais sábio e antigo que o ego, tem acesso a um manancial de conhecimento e sabedoria que o ego não dispõe na sua curtíssima existência (80 ou 90 anos) e sabe como ninguém da importância de assumir a responsabilidade pela sua vida uma vez que é o próprio que vai colher os frutos dos seus pensamentos, emoções, sentimentos e acções. Cortar os padrões mentais nos quais foram investidas milhares de horas do seu tempo não é certamente tarefa fácil mas a única forma de o poder fazer, de poder iniciar uma mudança de direcção é através da tomada de consciência.

Tem duas formas de resolver o problema: a primeira consiste em vigiar os seus pensamentos e recomendada por imensos autores ocidentais na área do desenvolvimento pessoal. A segunda que é a que prefiro, pratico e defendo, trata-se do acesso a um nível de consciência superior, usando a Meditação ou outras ferramentas. Esta segunda forma permite poupar anos de esforço e é natural. A Meditação implica regressar à base, elevar o nosso nível de consciência, temporariamente, em alguns momentos, durante o dia, para que os nossos pensamentos fluam naturalmente a partir desse nível com uma frequência cada vez maior. A meditação que recomendo é a Meditação Transcendental de Sua Santidade Maharishi Mahesh Yogi. Duas vezes por dia, em períodos de cerca de 15 a 20 minutos ao acordar e antes de deitar, podemos infundir-nos cada vez mais da nossa essência, despertar a nossa intuição e dispor naturalmente de uma forma de pensar, de um modo de raciocínio muito mais elevado e positivo, sem qualquer esforço.

O mundo emocional tido muitas vezes como somente reactivo resulta de uma assimilação de hábitos que foram sendo reforçados ao longo de uma vida inteira. Para erradicar esses hábitos, é necessário desaprendê-los. Você poderá argumentar que no minuto em que surge a situação que lhe causa sofrimento, se sente completamente impotente para a contrariar. A primeira solução consistiria em aprender novas formas de reagir àquilo que lhe acontece, isto é, associar uma reacção positiva a uma situação à qual antes associava uma reacção negativa. Esta primeira solução baseia-se no facto de que um pensamento se torna uma crença quando trabalhado repetidamente e não apenas na situação em que tentamos a primeira vez, falhamos e não voltamos a tentar, justificando a nossa falta inicial de experiência como falta de talento.

A segunda solução é através do acesso a um nível de consciência superior através da meditação. Automaticamente os nossos nós são desfeitos, o nosso pensamento fica optimista e positivo, dispomos de mais energia e tornamo-nos mais conscientes dos orifícios (eventualmente, visíveis na nossa aura) por onde a energia está a ser drenada. A Leitura da Aura funciona de forma diferente no sentido em que permite ao terapeuta identificar de imediato e mostrar ao consulente as situações e pessoas que estão a actuar como “vampiros” energéticos.

O seu livre arbítrio embora não lhe permita escolher quais as situações de vida pelas quais irá passar (elas já foram feitas pelo seu espírito anteriormente), permite-lhe escolher como irá reagir a essas situações que se encontra a co-criar em conjunto com uma miríade de co-actores coadjuvantes e oponentes. Se no trânsito alguém que vem pela esquerda não lhe cede passagem ou se fica irritado com a tentativa constante de comerciais agressivos de empresas de telecomunicações e do sector da banca de lhe impingirem serviços nos quais não está interessado lembre-se: “você tem demasiado valor para ser irritado por alguém, principalmente por alguém que é tão insignificante na sua vida”.

As vantagens da meditação

A meditação relaxa o corpo e a mente, diminui a sensação de stress e proporciona uma maior clareza. Estas são, por si só, enormes vantagens, mas existem outras. Algumas podem surgir espontaneamente, quer esteja à procura delas, quer não; outras há, porém, que dependem do esforço investido. Isto porque a meditação pressupõe diferentes níveis.

Podemos aqui enumerar alguns dos benefícios físicos que se fazem sentir: redução da pressão sanguínea, menor tendência para comer demasiado, gestão mais controlada da dor crónica, auxílio no combate ao abuso do álcool e das drogas, e postura mais correcta e maior consciência do próprio corpo.

Relativamente aos benefícios psicológicos da meditação, poderemos referir os seguintes: melhor qualidade de sono, memória fortalecida, controlo mais eficaz das emoções perturbadoras, como a raiva e a ansiedade, reforço da tolerância no que diz respeito às outras pessoas e às irritações menores, apreciação mais profunda dos pequenos prazeres da vida e, como é óbvio, maior controlo da mente sobre os pensamentos. Muitas pessoas alegam também que, pouco depois de terem começado a fazer meditação, multiplicam-se os comentários por parte de familiares e amigos relativamente ao seu aspecto mais saudável e jovem; além disso, os colegas afirmam ser agora mais fácil lidar e trabalhar com estes «recém-meditadores».

A meditação traz igualmente notáveis benefícios a todos os interessados no desenvolvimento pessoal e espiritual – acedemos a um maior auto-conhecimento; compreendemos e aceitamos melhor a nossa maneira de ser; apreciamos intensamente a natureza; desenvolvemos uma profunda compaixão por todos os seres vivos, e uma imensa gratidão pela dádiva da vida.

Existem vários tipos de meditação: uns à base de mantras como na Meditação Transcendental, outros com base na respiração e outros com base em visualização como na Meditação das Rosas que todos os terapeutas de leitura da aura praticam antes de fazerem uma leitura da aura.

Paulo Nogueira Terapias

A rosa é o elemento central de limpeza na Meditação das Rosas

A Meditação das Rosas, método da Foundation for Spiritual Freedom, funciona com rosas plasmadas no plano astral. Esta meditação permite a limpeza da aura e a remoção dos bloqueios em cada chakra bem como melhora a proteção contra energias externas intrusivas e confere um melhor enraizamento o que nos permite estar mais no Aqui e no Agora.

Desejos e vontades

A Leitura da Aura surgíu, pessoalmente, para mim como um desejo ou uma vontade de momento em 2010.
Assim, também para mim, tornar-me terapeuta de Leitura da Aura não foi um dia, mais do que um desejo inicial, algo que se desvelou em vocação.

Demasiadas vezes, há desejos que não vemos serem cumpridos por diversas razões das quais, por vezes, não temos consciência. É aqui que entra a leitura da aura. A leitura da aura vem levantar o véu sobre os desejos reprimidos ou não manifestados do nosso eu. Muitas vezes, esses desejos têm anos e, em alguns casos mais graves, décadas de repressão, na maior parte das vezes, auto-infligidos por um ego movido por sentimentos de não aceitação de si próprio ou de não merecimento cuja acção nefasta é baseada em uma interpretação errónea da realidade e dos outros.

Enquanto a pessoa não tomar consciência sobre as razões que estão a motivar o seu comportamento e as suas atitudes sabotadoras do seu próprio bem-estar, não obstante a noção que por vezes tem de que o seu comportamento não está a contribuir positivamente para a consecução dos seus desejos, ver-se-á incapaz de parar de se prejudicar a si própria e/ou aos que lhe são queridos.

Como afirma Deepak Chopra, um grande mestre espiritual e prolífico autor de diversos livros, no livro A Sabedoria do Mago:

Os magos nunca condenam o desejo pois foi pelo facto de terem seguido os seus desejos que se tornaram magos.

Cada desejo é gerado por um desejo passado. A cadeia do desejo é infinita; é, em boa verdade, a própria vida.

A vida é constituída de desejos desde que o nosso ego nasce e se desenvolve até que “morremos”. Desejo. Um após o outro é satisfeito na voraz necessidade de evolução espiritual acobertada por necessidades externas. Quando satisfazemos um, dá-se o processo da psicoadaptação, isto é, a impermanência do sentimento de satisfação do desejo após a sua realização. Um outro desejo nasce para substituir o anterior de forma completamente natural e involuntária, independente da nossa vontade consciente.

Por vezes, os desejos são “plantados” pelo exterior (ideias da sociedade, publicidade, correntes culturais, etc), outras pelo interior (o espírito da pessoa). A Leitura da Aura permite distinguir aqueles que são realmente importantes (inspirados pelo espírito da pessoa) daqueles mais supérfluos que nada têm a ver com a essência da pessoa.

Quando fazer a Leitura da Aura

Uma leitura da aura pode ser feita quando:

  • a pessoa se sente sem motivação para fazer algo em particular, para seguir um determinado caminho na vida com alegria e entusiasmo
  • não descobríu ainda o seu verdadeiro propósito na vida
  • sente que tem um talento específico para algo mas está a seguir um caminho completamente diferente ou um que a pessoa considera ser mais socialmente aceitável ou mais seguro
  • sente que não está no emprego adequado, aquele que a preenche, que a deixa realmente satisfeita e que a realiza e, ao invés disso, está num emprego que lhe garante mais segurança (geralmente em termos financeiros) ou mais socialmente aceitável (por exemplo, uma administrativa que quer ser DJ aos 45 anos ou que quer dedicar-se à tatuagem)
  • está a passar por um período de confusão em que ou tem vários caminhos e cada um lhe retira algo de que a pessoa considera necessitar ou sente que não há um caminho possível para nenhum lado
  • um ou vários medos estão a impedir a pessoa de se expressar, de projectar para o exterior a sua verdadeira personalidade quando em presença de factores externos (por exemplo, medo do julgamento de outras pessoas) ou factores internos (por exemplo, condicionamento social na infância ou adolescência)
  • não consegue realizar os seus desejos e vontades devido a um condicionamento interno o que faz a pessoa estagnar na vida
  • a pessoa se sente perdida entre os vários papéis que desempenha ao longo do dia (papel de filho, pai, mãe, empregado, desportista, espiritual, companheiro/a, patrão) e bastante distante da sua essência

Dons e Potencialidades

No que concerne à identificação dos dons e das potencialidades do consulente, a Terapia de Leitura de Aura apresenta-se com um grande potencial de cura.

Identificar os dons e as potencialidades de cada um – neste aspecto devo acrescentar que não existem dons no sentido de um espírito em particular ser presenteado por Deus, pelo Universo ou qualquer divindade, com determinadas características que só um grupo selecto de espíritos terá. Não. Os dons referem-se tão somente a características desenvolvidas durante o trabalho realizado ao longo da caminhada da alma, quer em termos de progresso intelectual, quer em termos de progresso moral. Os dons podem ser espirituais, técnicos, artísticos ou de outra ordem, frequentemente na qual, o espírito tenha estado envolvido durante bastantes encarnações ou com bastante devoção numa única. Assim se explicam os talentos precoces de algumas crianças em diversas áreas do saber, da arte, do desporto ou de natureza mais espiritual. Diz-se, geralmente, que a criança em questão revela um talento extraordinário para a música ou para a matemática e consegue aprender com uma velocidade extraordinária os conceitos de determinada área.

Na realidade, o seu espírito dedicou-se durante uma ou várias vidas antes a aprimorar-se nessa área e, quando reencarna, mais não faz do que aceder à intuição para obter os conhecimentos que já tinha adquirido previamente. No entanto, diversos factores condicionam o acesso à intuição o que leva a que muitas pessoas se encontrem “fora do caminho”, que não estejam em verdade consigo mesmos. Um dos factores que mais condiciona o acesso a esta faculdade inata do ser humano é o ego que por sua vez é sujeito ao condicionamento social por parte dos pais, dos amigos e da sociedade em geral e que muitas vezes leva a pessoa para um “abismo existencial” onde ela tem a nítida sensação de que não está a usar o seu pleno potencial e de que não se sente realizada.

A consciência da pessoa, em certos momentos do seu caminho, começa então a cobrar a atenção que não lhe foi dedicada através da intuição. Se a pessoa não for aberta ao caminho da meditação, da oração, de qualquer prática espiritual ou, mesmo que não praticando nenhuma das vertentes referidas, não seja aberta a fazer aquilo que sente, isto é, se se trata de uma pessoa fechada à intuição, muito baseada no ego e no exterior (os outros, a opinião dos outros, etc), muito baseada na mente, racional, focada em seguir um caminho cujas linhas lhe foram determinadas, não necessariamente obrigada mas sugestionada através de conselhos, opiniões, críticas e elogios de pais, amigos, professores e colegas num grupo ao longo de vários anos desde a infância, irá experimentar, mais cedo ou mais tarde, um vazio existencial, uma sensação de incompletude que poderá, em alguns casos, resvalar para a depressão ou para vícios de diversas ordens nos quais a pessoa, inconscientemente, vai procurar a satisfação no sentido de realização mais profunda de que se encontra privada. Escusado será dizer que jamais a irá encontrar procurando no caminho errado. Os vícios podem ser tão diversos como o álcool, as drogas, o vício do trabalho (neste, em particular, a pessoa procura de uma forma inconsciente na sua actividade actual ser bem sucedido, cumprir todos os prazos, ser “o melhor”, ser o mais eficiente, a satisfação que muitas vezes só alcançará deixando esse mesmo trabalho e partindo em busca de algo que é aquilo que ela se veio tornar).

O que a Terapia de Leitura de Aura promove é o reconhecimento das actividades para as quais a pessoa já se encontra espiritualmente licenciada e que são realmente aquilo que lhe dará a sensação de realização pessoal, a sensação de estar no caminho certo. A pessoa poderá até, eventualmente, ter mais de 65 anos ou considerar que se encontra numa idade em que a mudança já não faz sentido e que a tomada de consciência que deveria ter empreendido ao longo de uma vida inteira já não vai a tempo de fazer sentido.

Nunca é tarde para tomar o caminho certo cujo rumo foi desenhado no mapa de potencialidades pelo espírito antes de reencarnar. Como disse o grande médium Chico Xavier: “Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”.