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O que é o Karma?

A Lei do Karma postula que toda a causa produz um efeito e que todo o efeito tem uma causa.

O Karma inicia no pensamento e reflecte-se noutro pensamento, palavras e acções. A Lei do Karma abrange tudo o que pensamos, verbalizamos e fazemos. Quando desejamos mal a alguém, consciente ou inconscientemente, ainda que não tenhamos verbalizado através de uma crítica agressiva ou agido no sentido desse desejo, estamos a produzir karma e teremos a consequência desses pensamentos e desejos negativos através das situações negativas que atraímos na nossa vida.

Por conseguinte, a decisão consciente e deliberada de observar os nossos pensamentos negativos ajuda-nos a abster do karma que se iria repercutir em situações negativas que podemos atravessar no futuro tais como doenças e perdas. A vigilância dos nossos pensamentos deverá ser constante para que não transformemos a nossa mente numa máquina inconsciente, produtora de adversidades futuras.

A Lei do Karma tem paralelismo com a Terceira Lei de Newton – a chamada Lei da Acção-Reacção – segundo a qual, qualquer corpo que exerce uma força sobre um outro, recebe uma força de igual intensidade, direção e sentido oposto.

Karma, em sânscrito, significa acção. Não obstante, o conceito de acção quando se trata da Lei do Karma engloba também desejos e palavras. Assim sendo, um ser humano não se pode considerar livre de incorrer em karma apenas porque não chegou a concretizar uma acção dado que tanto o desejo como a palavra já contêm em si forças criadoras muito poderosas que vão afetar a realidade no momento em que se manifestam.

Tal fica exposto no livro Autobiografia de um Iogue de Pahamahansa Yogananda quando Mukunda (Yogananda) levanta a mão com intenção de matar um mosquito que o acaba de picar urticantemente numa perna e se detém com medo de produzir karma perante o olhar severo do mestre que lhe pergunta porque não acaba o que começou, explicando-lhe que o simples desejo de matar o mosquito já produzíu karma, sendo a concretização dessa acção apenas a mera continuação desse mesmo karma.

Quando um ser humano tem a intenção de prejudicar alguém, ainda que tenha repensado o seu comportamento e acabado por desistir da sua acção negativa, já acarretará com o karma negativo desse desejo negativo embora se o tivesse concretizado, o karma fosse bem mais poderoso.

Terapia Multidimensional – O que é

A Terapia Multidimensional abre com a ajuda dos Seres de Luz as portas a novas possibilidades de cura baseadas no chakra do coração – portal multidimensional localizado no centro do peito de cada ser. O princípio orientador desta terapia segue o paradigma da Unidade, do Um Perfeito e Infinito que se vai instalando à medida que a consciência do paciente for despertando a cada sessão. A cura não é algo independente da consciência do paciente mas sim um dos reflexos da mesma. A Terapia Multidimensional abre, com a permissão dada pelo paciente, as portas da Compaixão e do Perdão através das quais, o paciente se liberta pouco a pouco dos problemas que o acometem derivados dos erros passados seus e de outras pessoas que com o próprio se relacionem.

À medida que as sessões vão progredindo, o paciente deverá integrar na sua vida certos aspectos de um modelo de pensamento mais próximo da consciência de Unidade que lhe permitirá aumentar a sua vibração através da capacidade de se amar mais a si mesmo e aos outros, da capacidade de ir compreendendo que alguns dos problemas que surgem na vida são, na realidade, por vezes, desafios escolhidos pela sua própria Alma quando ainda na Luz, antes de reencarnar, para superar, e por consequência, se tornar mais forte, mais luminosa, experiente, compassiva e humilde até se libertar da roda do Samsara e prosseguir para um novo estágio de evolução em que as encarnações físicas passam a ser apenas por vontade própria e não impostas pela necessidade imperiosa de limpar karmas passados.

Na terapia multidimensional, o terapeuta assume-se como um canal dos Seres de Luz e não como o originador da cura em si dado que a mesma é proveniente de Deus (Brahma) e os Seres de Luz atuam como Seus braços.
O livro Autobiografia de um Iogue da autoria de Paramahansa Yogananda ilustra de forma perfeita esse mecanismo de canalização de cura quando um discípulo do grande guru iluminado Lahiri Mahasaya lhe pede que este o cure da sua cegueira. Este episódio conta-se do seguinte modo:

“(…) Ramu aproximou-se timidamente de Lahiri Mahasaya. O discípulo sentia-se envergonhado por pedir que um bem-estar físico viesse juntar-se à sua imensa riqueza espiritual. «Mestre, Aquele que ilumina o Universo está em si. Rogo-lhe que me traga a Sua luz aos meus olhos, para que eu possa perceber o brilho do Sol.»

O Mestre respondeu: «Ramu, alguém arranjou forma de me colocar numa posição difícil. Eu não tenho o poder de curar.» Ramu expressou-se então de outra forma: «O Ser Infinito que existe dentro de si tem certamente esse poder.» Lahiri Mahasaya concordou com a nova formulação: «O que está a dizer agora é diferente, Ramu. De facto, para Deus não existem limites! Aquele que acende as estrelas e as células do corpo com o misterioso esplendor da vida pode certamente trazer o brilho da visão aos seus olhos.»”

Tanto o paciente como o terapeuta multidimensional devem compreender que a cura operada pelos Seres de Luz procede da Fonte, do Deus Pai-Mãe sendo este aspecto bastante vincado nos ensinamentos do Workshop de Terapia Multidimensional aos novos terapeutas multidimensionais. Em qualquer mecanismo de cura espiritual, não é o espírito do terapeuta que cura nem tão pouco o dos Seres de Luz, senão o Deus que habita no paciente, no terapeuta e nos Seres de Luz devendo, portanto, o paciente e o terapeuta renunciar a expectativas em relação aos resultados do tratamento.

Duração da sessão: 1h15m
Valor de troca: 35€

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A vida após a ilusão da morte

Somos seres imortais. Uma vez existentes estamos “aqui” para sempre. Quando o nosso corpo adormece à noite, o nosso espírito fica livre e viaja para ir ter em outros planos, quer com espíritos encarnados, quer com espíritos desencarnados. Quando acordamos de manhã, alguns sonhos deixam a estranha sensação de que não se tratou de um sonho. Temos a estranha mas nítida sensação de que aquilo que vivenciámos no sonho era real. E em alguns casos foi mesmo real! O que acontece é que esses “sonhos” não são sonhos como aqueles normais produzidos pela nossa mente com o objectivo de “arrumar” os conteúdos captados pelo nosso subconsciente durante o dia mas não processados de imediato. Na realidade, não são sonhos. São vivências tidas pelo nosso espírito em outra dimensão enquanto dormimos. Daí a usual e estranha sensação de que o que vivenciámos no sonho nos afectou de alguma maneira. Quando se trata de sonhos normais, o que sonhámos não nos afecta. Mas quando se trata de vivências em outros planos de existência afecta-nos e, por vezes, consideravelmente. Um dos casos em que isso nos afecta é quando sonhamos com algum parente ou amigo desencarnado e só ao acordar de manhã é que nos damos conta de que aquela pessoa faleceu há 4 ou 5 anos atrás embora enquanto estávamos a interagir com ela no “sonho”, nem sequer nos lembrássemos do detalhe que nós estávamos encarnados na Terra, no plano físico, e essa pessoa estava desencarnada a residir, por exemplo, numa das muitas colónias espirituais ao redor da Terra. Esse facto é consubstanciado no livro psicografado Violetas na Janela quando Frederico diz a Patrícia:

—Patrícia, muitos encarnados têm permissão de em certas ocasiões vir, desligados pelo sono, ver peças teatrais que grupos desencarnados fazem no Plano Espiritual. Artistas encarnados já fazem peças com tema Espírita. Esta peça que vimos, uma mais ou menos parecida, logo estará alegrando encarnados. E, como esta, muitas outras peças com tema Espírita surgirão para instruir divertindo os encarnados. E farão muito sucesso. (Realmente, estas peças teatrais são sucesso entre os encarnados.)

 

A ascensão para a 5ª dimensão

A Chama Trina

A Chama Trina encontra-se na câmara secreta do coração, localizada no corpo etérico de cada pessoa. Essa chama, designada também de centelha divina, corresponde a uma centelha do fogo sagrado que Deus transferíu do seu coração para o de cada ser.

Recursos para ascensão

Reprogramação de DNA

Limpeza de julgamentos sobre nós mesmos, os outros e o mundo

Activação de geometria sagrada – Flor da Vida

Sinais de mediunidade

Este é um assunto sobre o qual tinha especial desejo de escrever há já alguns meses mas, por motivos de tempo, foi sendo protelado até que finalmente surgíu o mês certo para o ver nascer – Agosto. Tudo tem um tempo certo para ser como é e acontecer como acontece. Todo o ser humano tem mediunidade. Umas pessoas têm muita mediunidade (designamos de médiuns), outras têm menos. Esta é uma faculdade, em diversos graus, que todo o ser humano apresenta.

A mediunidade apresenta-se de formas diferentes conforme o seu tipo. Séries de televisão como “Medium” protagonizada pela Patricia Arquette que interpreta a médium Allison DuBois, “Ghost Whisperer” (na SIC, em Portugal, “Entre vidas”) protagonizada pela Jennifer Love Hewitt que interpreta a médium Melinda Gordon ou filmes de terror como “The Eye” (versão americana de 2008) protagonizado por Jessica Alba que interpreta Sidney Wells habituaram o ser humano comum, ávido consumidor de media que apele às emoções casadas do medo e curiosidade, terror e mistério, a construir uma imagem, embora não errada, porém redutora e simplista, do médium ou do que é ser médium.

A ideia de que «ser médium é ver espíritos desencarnados (“mortos”) e falar com eles» é redutora e escondeu, infelizmente, para muitas pessoas, incluindo algumas com elevado índice de mediunidade sem as próprias disso terem consciência, todas as outras manifestações mediúnicas mais subtis todavia, nem por isso, menos dignas de consideração. Esse é o perigo dos estereótipos. Um estereótipo de um grupo de pessoas é geralmente mais sedutor do que o estudo sério e dedicado que implica o conhecimento das características comuns às pessoas que constituem o grupo e que se afinizaram por sintonia de experiências e conhecimento.

Uma das características do médium é a sua apurada intuição abstracta. Intuição abstracta é uma faculdade que permite obter factos e conhecimento sem ter tido qualquer contacto prévio ou experiência (na encarnação actual) com elementos onde os mesmos pudessem ter sido aprendidos. Em contrapartida, intuição pragmática refere-se às múltiplas experiências que a pessoa teve em determinada actividade, ao longo de, por exemplo, 40 ou 50 anos, em que acede a recursos mentais (memória e casos similares mas não idênticos) para obter respostas a problemas sem sequer necessitar de percorrer um caminho lógico para as obter.

Mediunidade de incorporação

É provável que o número de pessoas com mediunidade de incorporação seja bem maior do que aquele que é conhecido dado que as próprias pessoas que dispõem desta capacidade demoram, por vezes, 20, 30 ou 40 anos a aperceberem-se até que surja o momento em que ela é informada por alguém próximo atento ou um médium e passa a aceitar esse facto em si. Novamente, a ficção de Hollywood entra em acção no seu papel de fazer sonhar as mentes mas ao mesmo tempo de as distrair e desinformar dos factos tendo-nos habituado aos filmes de terror em que a pessoa que incorpora um espírito desencarnado (normalmente um demónio) se manifesta de forma ruidosa.

O nível de capacidade deste tipo de mediunidade varia enormemente desde a incorporação mais subtil em que raras vezes a pessoa e os que lhe são próximos se apercebem que o espírito que está naquele corpo não é mais o mesmo que estava à segundos atrás até aos casos em que a diferença é notória e se passa a tratar de uma emergência espiritual em que a pessoa tem de ser atendida num centro espírita ou por alguém com conhecimentos espirituais para doutrinar o espírito e o encaminhar para o seu plano respectivo, geralmente, com a ajuda de guias ou mentores espirituais.

Mediunidade na infância

As crianças estão mais abertas à mediunidade. É comum os pais, mais frequentemente as mães, em particular, que são quem geralmente estão mais atentas às crianças a brincarem no chão da sala de estar ou no quarto, aperceberem-se, em alguns momentos, de alguns comportamentos estranhos.

Alguns bebés (com elevado índice de mediunidade) começam a chorar, de repente, no berço, sem motivo aparente com os olhos esbugalhados, fixados no vazio aparente perante o olhar confuso e preocupado da progenitora que tem a certeza de que todas as suas necessidades biológicas estão satisfeitas e de o bebé se encontrar sem doença ou causa de dor física. Por vezes, os adultos mais sensíveis à energia, sentem uma carga negativa no ar do quarto que não conseguem explicar. Podem tratar-se de energias negativas dado que as positivas, em geral, não assumem formas hediondas embora seja importante lembrar que as energias (espíritos) podem assumir a roupagem flúidica que lhes aprouver. A energia não tem forma. A oração e a defumação com arruda, alecrim e alfazema podem ajudar a amenizar esse tipo de eventos traumáticos para o bebé perante o sentimento de impotência da progenitora que tudo tenta para proteger a sua cria contra algo que nem sequer, em quase todas as vezes, excepto se for vidente, consegue enxergar.

No que concerne à progenitora, o misto de raiva contra a entidade que aparece sem ser convidada, a confusão mental que se instala pela própria situação em si, o sentimento desesperante de impotência para defender o seu petiz com armas físicas ou materiais que a própria desconhece face ao choro angustiante do bebé, obriga-a muitas vezes a rever todos os seus conceitos de vida e morte, matéria e espírito. É então que face à situação se criam duas categorias: mães que acreditam e, mais do que isso, sentem a energia e a presença da entidade negativa (ou das entidades) e vão procurar ajuda espiritual para compreender a situação e aliviar o seu tormento e o do seu rebento e as mães cépticas, ignorando a dimensão espiritual da situação que se está a passar, resolvem levar os seus filhos ao médico na esperança de que um comprimido mágico resolva a situação. É importante ressalvar que, a menos que a mãe tenha a certeza de se tratar de um problema espiritual e de como o resolver, deve igualmente, procurar um médico para investigar se existe alguma causa física que pode ser desconhecida. Isso é o mais indicado e prudente. Os problemas do ser humano devem ser sempre analisados numa perspectiva holística, isto é, não apenas física e não apenas espiritual. As duas complementam-se.

Hora de despertar do médium

Numerosas pessoas relatam as suas experiências de despertar mediúnico. Embora não obrigatório, algumas dessas experiências ocorrem mais particularmente à noite, por vezes, durante uma viagem astral (designada igualmente de projecção astral ou desdobramento psíquico) na qual os guias ou mentores espirituais se apresentam ao médium informando-o da sua condição e de que é chegada a “hora de trabalhar”, significando, o momento de o médium assumir o compromisso que estabeleceu com Deus antes de reencarnar para mais uma etapa evolutiva aqui na Terra, começar a estudar e a desenvolver-se e, por fim, colocar-se ao serviço dos que sofrem, aliviando-lhes as suas dores físicas, emocionais, mentais e espirituais e doutrinando-os de forma a relembrar-lhes o seu propósito, a razão do seu sofrimento e nutrindo-os com Amor, Sabedoria e Humildade e, por vezes, com a sua própria energia, para que os irmãos em Cristo que os procuram possam prosseguir o seu caminho. Essa é a missão do médium.

O médium nasce médium mas isso não significa que ele não tenha de passar por um processo de depuração e preparação para se colocar ao serviço de seus irmãos.

Os guias que aparecem em dado momento da vida do médium podem ser santos, anjos, arcanjos, médicos espirituais (Dr. André Luíz, Dr. José Bonifácio, Dr. Sousa Martins, etc), pretos velhos (Pai João de Angola, Pai Francisco de Aruanda, Pai Francisco das Matas, etc), caboclos ou até mesmo o divino e amado mestre Jesus ou a Virgem Maria. Eles podem, como foi referido, aparecer em determinados sonhos lúcidos e projecções astrais bem como, em alguns casos e dependente do grau de mediunidade, materializar-se em episódios singulares quando o médium se encontra sozinho em estado meditativo, relaxado, em oração ou simplesmente a descansar na sua cama sem pensar em nada. Podem, de igual forma, não se manifestar de forma visual, em estado de sonho ou de vigília do médium, mas apenas mentalmente. Nesse caso, o médium ouve uma voz dentro da sua cabeça que sente vir de um local diferente da voz habitual e familiar do seu próprio ego.

De referir que existem médiuns em todas as culturas e povos. Assim é comum que médiuns orientais possam ter como guias ou mentores espirituais, divindades orientais, por exemplo, budas e bodhisattvas, que poderão ser menos familiares aos ocidentais mas que expressam o mesmo tipo de energia – Amor, Compaixão, Paz, Justiça, Sabedoria, etc.

Relação do médium com os outros no plano profissional

As relações laborais são, muitas vezes, fruto de grande sofrimento para algumas pessoas mas, mais em particular, para o médium. No quadro da sua vida profissional quando ainda não conciliada com as suas atribuições espirituais (por exemplo, contabilistas, professores, médicos, engenheiros, electricistas, cozinheiros, operários), dada a sua aguçada intuição, o médium pressente quando colegas de trabalho o tentam prejudicar de alguma forma, querendo usurpar os seus méritos, as suas funções e a sua reputação. A sua sensibilidade aumentada em relação à energia dos outros num contexto empresarial de aguerrida e bravia corrida aos lucros, ambição sem medida por parte dos superiores hierárquicos que não olham a meios para atingir os objectivos traçados e bónus de produtividade, a ganância desmesurada dos líderes empresariais que no propósito de abater a concorrência sacrificam os seus subordinados com horários extra de trabalho e pressão psicológica, tornam o médium ainda mais susceptível ao stress.

A inexistência de afinidades no local de trabalho (com base em sistema de crenças e energia), variando conforme a área profissional (mais mental – Engenharia, mais financeira – Comercial, Banca e Seguros ou mais humana – Psicologia, Educação e Saúde) prejudicam a interacção social com os seus colegas de trabalho a qual, muitas vezes, é a base que sustenta a parca satisfação com um ambiente de trabalho hostil às relações pessoais e focado no lucro e na produtividade in extremis.

O médium encontra alguma paz nas profissões que se coadunam com o acto de tratar e cuidar dos outros – médicos, enfermeiros, psicólogos, terapeutas, assistentes sociais, etc.

A vida familiar do médium

No que tange à sua vida familiar, mais uma vez, as dificuldades assomem às vivências do médium. Quando casado e se o período de despertar mediúnico se inicia durante a relação matrimonial, surge o desafio da incompreensão por parte do cônjuge, em umas vezes, desinformado da dimensão espiritual e em outras com um ódio acirrado a tudo o que atenta contra a sua mente racionalista e baseada no Positivismo comptiano.

Com a abertura mediúnica, ficam igualmente abertos, por vezes, outros tipos de comportamento por parte do companheiro que, por sua irregularidade, fazem suspeitar tratar-se de apenas mais uma provação que o médium terá que passar, exactamente num período onde o médium mais precisava de apoio, compreensão e carinho.

Esses episódios de incompreensão dão-se mais frequentemente quando a mulher é médium do que quando se trata do homem. No primeiro caso, a mulher tende a ser alvo mais frequente de incompreensão e até de chacota por parte do companheiro de mente mais racional e avesso a tudo aquilo que não possa ser comprovado cientificamente e que só pode ser sentido.

Por vezes, a incompreensão por parte do companheiro em relação à nova condição da companheira redunda em divórcio ou separação. Um facto curioso que, por vezes, sucede é que de quando em vez o próprio companheiro também tem um certo nível de mediunidade embora ainda não aflorada por não ter chegado o momento, vindo o próprio por vezes, por ironia do destino, a constatar esse facto mais tarde.

Para além da própria família que o médium pode vir a criar (companheiro(a) e filhos), por vezes, já vem habituado à incompreensão daquela à qual ele pertence (pais e irmãos) que ora negam os seus atributos espirituais, ora não os compreendem, ora se envergonham deles, preferindo ocultá-los, para não serem julgados pelos restantes familiares, amigos e vizinhos.

Sonhos premonitórios

A mediunidade manifesta-se variadas vezes na capacidade de precognição através dos sonhos sendo um tipo de mediunidade algo frequente. Para desespero dos possuidores deste dom, estes sonham com eventos no futuro que os deixam alarmados por envolverem alguns conhecidos seus mas sem capacidade de fazerem algo para o evitar por não disporem de mais informação. Mais tarde, os eventos, pré-anunciados através de sonhos ou pesadelos recorrentes, sucedem-se e o médium pré-cognitivo sente-se, por vezes, responsável dado ter sabido de antemão de um evento negativo (uma separação, morte de um familiar ou conhecido) e não ter feito nada para o evitar.

Da mesma forma, de vez em quando, acontece que o espírito, quando o corpo físico adormece, sai para se encontrar com outros espíritos com os quais não se encontrou ainda fisicamente naquela encarnação para fazerem acordos evolutivos (muitas vezes, um acordo energético redunda em uma simples mensagem que um espírito necessita transmitir a outro no dia seguinte e que mudará a vida deste). Quando a pessoa acorda pode não se lembrar de nada mas quando se encontrar, no plano físico, com a pessoa com a qual nunca teve contacto na encarnação actual, terá uma forte sensação de já a conhecer, sendo nesse momento que a outra pessoa lhe poderá passar, no decurso de uma conversa de circunstância, uma mensagem que fará ressonância em si e que lhe poderá mudar a sua vida.

Esses acordos denominam-se acordos energéticos e poderão surgir numa Leitura de Aura. Nem sempre os sonhos premonitórios têm conteúdo negativo. Por vezes, são até bastante positivos, nomeadamente, alguns médiuns sonham com o seu futuro(a) companheiro(a) o que lhes dá, em contrapartida, aquando do primeiro encontro no plano físico (terceira dimensão), uma enorme alegria ao saberem, sem sombra de dúvida, que aquela pessoa lhe estava destinada, ainda que a pessoa visada reaja por vezes com cepticismo, descrença, surpresa, dúvida, admiração ou uma expressão facial, variante entre a presunção, o interesse considerativo e o humor de «o que tu queres, sei eu…».

Lascívia exagerada do médium e companheiro(a)

O médium atrai muitos espíritos desencarnados até si não tendo alguns deles, as melhores intenções. Algumas das intenções que esses espíritos negativos têm, excluindo-se aqueles que procuram os médiuns em busca de um elo com o mundo físico para transmitir mensagens aos seus familiares, para pedir orações ou para os encaminharem para os planos astrais superiores onde serão devidamente atendidos por diversos assistentes espirituais, são usar o corpo do médium para gozar dos prazeres terrenos que tinham enquanto encarnados. Os vícios do sexo, do tabaco, do álcool, das drogas e da negatividade não desaparecem com o desencarne (morte do corpo físico). Pelo contrário, eles continuam do outro lado do véu, porém, com muito maiores dificuldades para serem satisfeitos. Nesses casos, o corpo do médium é visto como uma grande oportunidade. Assim, não raras vezes, aproximam-se os espíritos do corpo emocional e mental do médium e começam a sugestioná-los grandemente com desejo de sexo, podendo o médium, dependendo da sua sensibilidade e nível de consciência, aperceber-se do estímulo do chakra das emoções e dos seus órgãos sexuais, os quais estão a ser estimulados por fonte externa. Quando o médium não tem um elevado nível de consciência, por vezes, é levado a pensar que aquela súbita volúpia está a partir de si próprio, devendo portanto considerá-la natural e procurando satisfazê-la o mais brevemente possível já que ela se revela bastante imperativa.

Em outros casos, não é o médium que é atacado desta forma mas sim o seu(sua) companheiro(a) que passa a revelar para surpresa deste, um aumento considerável no apetite sexual bem como uma forma mais animal de o satisfazer. O que acontece na prática é que o médium não está a ter relações sexuais apenas com o seu companheiro mas também com um, dois ou mais espíritos desencarnados que o estão a excitar para através dele se comprazerem. Em umas vezes, o médium tem noção disso, em outras não.

Quando o tipo de mediunidade é de incorporação, o problema adensa-se, passando a vítima a ter fortes pensamentos sexuais, sonhos dessa natureza, vontade muito frequente de ter relações sexuais e um aumento considerável de promiscuidade (vontade de ter relações com familiares, incluindo pais, irmãos, filhos, colegas de trabalho comprometidos, pessoas do mesmo sexo sem no entanto ter orientação homossexual, necrofilia, pedofilia, zoofilia). O resultado dessa situação extremamente constrangedora e penosa para o médium resulta numa quebra enorme de confiança do médium em si mesmo, num sentimento profundo de vergonha e nojo de si próprio. Isso faz com que o médium se passe a ver a si próprio como um mero objecto dos espíritos inferiores, alguém impuro, incapaz de fazer frente às tentações que lhe chegam do lado do mal, alguém que passa a recusar ligar-se às entidades de luz, Cristo, Maria, aos seus guias e mentores espirituais por considerar que pecou e que, encontrando-se tão “sujo”, não merece sequer dirigir-se a entidades de tão grande evolução tamanha a sua vergonha por ter participado de tão ignominiosos actos, mesmo que “obrigado” (para um espírito incorporar tem sempre de haver uma certa autorização, consciente ou inconsciente, por parte do médium ou uma dívida kármica a um obsessor que o médium aceitou pagar antes de reencarnar).

A energia sexual terrivelmente excitada desta forma sob a acção forte dos espíritos inferiores que dela se alimentam em conjunto com a negação consciente e constante do médium, pode levar a pessoa médium a um quadro clínico de loucura. Nestes casos, a pessoa deve ser atendida o mais rapidamente possível num centro espírita para que a sua energia possa ser reequilibrada e os seus obsessores possam ser removidos e doutrinados (se eles quiserem).

Nos casos em que o médium não preparado e desconhecedor da sua condição pede ajuda a meios mais tradicionais – Psicologia – pode ser-lhe recomendada a mudança de pensamentos (algo ineficaz dado essa ser evidentemente a primeira solução que o médium tentará), mudança de foco das suas acções, mudança de hábitos, masturbação para exaurir a sua energia sexual (ineficaz dado enfraquecer a vontade do espírito do médium e aumentar o controlo dos obsessores sobre o primeiro para além de os alimentar com energia aquando do orgasmo – vide O Livro das Energias de Rubens Saraceni) ou, simplesmente, ceder à vontade  da relação sexual desenfreada com o companheiro(a) sempre que as energias obsessivas quiserem, tornando-se uma marioneta das mesmas, cujos cordelinhos se localizam na mente do obsidiado e no chakra das emoções.

Caso ainda não esteja muito comprometido, o médium irá tentar orar para Deus ou alguma entidade de luz para o livrar do problema. Porém, quando o problema está já muito avançado, a Sombra do médium bem como as energias negativas podem aliar-se, intrometendo-se no caminho e projectando no ecrã de sua consciência, por breves microsegundos, imagens despertadores da líbido, plenas de luxúria, por vezes, incluindo até as próprias divindades às quais se está a pedir auxílio de forma a invalidar todo o esforço de correção do médium por meio da oração e sabotar todas as suas tentativas de se limpar, causando-lhe desesperança e falta de fé, fé essa que é uma das principais armas de um médium para ajudar a seus irmãos.

Quando numa relação e se o problema não for tratado, o médium cedendo à tentação de múltiplas relações sexuais num curto espaço de tempo, para além de esgotar recursos do sistema nervoso e a sua energia vital, pode criar desequilíbrio na relação com o companheiro que passa a desconfiar de tamanha e tão frequente vontade imperiosa de ter relações sexuais. Ao esgotar a energia vital, as doenças começam a aparecer no corpo físico dado que as defesas do organismo dela necessitavam.

Este é um problema que pode ser facilmente endereçado pelos Seres de Luz numa sessão de Terapia Multidimensional já que permite reequilibrar a energia do médium, os seus chakras bem como encaminhar os seus obsessores (se for chegado o momento) e doutriná-los.

Ataques sexuais por parte de espíritos desencarnados

Durante a viagem astral consciente, muitos perigos espreitam, quando não orientada devidamente sob a guarda e proteção dos guias do médium. A mente do médium quando deixada livre durante o dia com pensamentos libidinosos de natureza negativa, aquando da passagem do estado de vigília para o estado de sono, arrasta o espírito para o astral inferior, plano para onde todas as emoções e os pensamentos negativos de toda a humanidade encarnada na terceira dimensão escorrem como água pluvial para um esgoto no qual os espíritos inferiores se alimentam.

Alguns médiuns relatam terem sido violados por espíritos ou apenas atacados sexualmente enquanto dormiam ou sonhavam. Esses ataques são mais frequentes aquando de uma viagem astral. Outras descrições constatam o facto de terem sentido presenças à noite no escuro, ao seu lado ou em cima de si na cama, quando dormiam sozinhos ou com o(a) companheiro(a) dormindo ao lado na cama. Relatam o facto de terem sentido inclusivé a respiração de alguém pairando sobre o seu corpo, o cheiro a tabaco ou bebida alcoólica, um bafo nauseabundo, cheiro a enxofre e uma leve pressão sobre certas partes do seu corpo apesar da imobilidade do corpo físico do médium bem como a sensação de que as mantas se moviam como que actuadas por alguém.

Essas energias são por vezes obsessores da vítima que vêm cobrar (por justa causa ou não) algo que acham que têm direito. Esses obsessores podem ser o próprio esposo ou esposa do médium que não aceitam o seu desencarne e insistem em manter-se junto do seu(sua) antigo(a) companheiro(a) como podem ser outras energias que vêm por razões kármicas. Normalmente, existe uma relação anterior, na encarnação actual ou passada, que conferíu o direito de o espírito vir obsidiar a sua “vítima”. Deus não joga aos dados. Há sempre uma causa. As energias desencarnadas nunca atacam sem motivo. Tem sempre que haver uma autorização da própria vítima para ser obsidiada pelo espírito de outrém bem como a permissão de Deus para que tal suceda. Tal acontece para que haja um reequilíbrio kármico.

A viagem astral não é um privilégio de alguns médiuns. É um fenómeno bem mais comum do que se imagina e alguns factores podem aumentar grandemente a sua ocorrência, tais como:

  • dormir de barriga para cima com os braços e as pernas descruzados
  • tomar 400mg ou 800mg de galantamina antes de adormecer
  • ingerir alimentos ricos em triptofano (precursor do neurotransmissor serotonina) tal como queijo ou outros produtos lácteos antes de adormecer
  • usar adesivos de nicotina ou, sendo fumador habitual, não fumar durante um ou dois dias seguidos

Limpeza espiritual para pessoas com mediunidade em desequilíbrio

Pessoas com muita mediunidade, de uma forma natural e sem que o possam controlar embora se apercebam, atraem outras pessoas que de uma forma espontânea e não solicitada, começam a contar-lhes a sua vida e os seus problemas pessoais. Isto acontece nos mais diversos locais tal como uma paragem de autocarro ou de metro, numa loja de roupa ou numa sala de espera. Essas pessoas vêm buscar energia ao médium que lha cede automaticamente só com o simples facto de dar atenção à pessoa.

Uma das características mais desagradáveis para as pessoas com muita mediunidade consiste em absorver a energia negativa de pessoas e ambientes. Ao longo de dias e semanas, o médium vai ficando cada vez mais “carregado” de energias negativas que vai absorvendo à medida que lida com outras pessoas ou está em ambientes com muita negatividade (medo e apreensão num consultório de dentista, num hospital, stress numa empresa, etc).

Assim, dado que o médium cede muitas vezes a sua energia em função de outras pessoas e absorve para si as energias negativas, ele tem a necessidade de se limpar energeticamente. Se não se limpar, começa a acumular fluidos negativos de outras pessoas (raiva, medo, tristeza, apatia, melancolia, tédio, ansiedade, nervosismo) o que mais cedo ou mais tarde, para além da parte psicológica, acaba por afectar a parte física.

Como equilibrar a mediunidade

A prática da meditação é uma poderosa ajuda para o médium onde não só este pode restaurar o equilíbrio energético como pode, de uma forma segura, desenvolver a sua mediunidade aguçando a sua intuição. A oração como forma de meditação também ajuda o médium dado que o faz focar-se em energias divinas e amorosas e, ao focar-se numa energia divina, começa a assumir as mesmas características.

A prática regular do Reiki em modo de auto-tratamento também é altamente aconselhável bem como quaisquer outras terapias alternativas (Acupunctura, Terapia Multidimensional, Cura Reconectiva, Cura Quântica Estelar, Mesa Radiónica, Pêndulo Hebreu, etc).

É também recomendável rodear-se de pessoas positivas, com uma forma de pensar positiva, felizes e gratas pela vida e afastar-se de pessoas negativas, rancorosas, cépticas em relação a uma vida feliz e em equilíbrio bem como ler livros de auto-ajuda e Espiritualidade que vão educar a pessoa para uma vida mais feliz. Deverá afastar-se quando considerar que não consegue transformar pessoas negativas para algo mais positivo ou que não está ainda em condições de o fazer, quer porque não se sente preparado ou porque essas mesmas pessoas não desejam mudar.

Desenvolver a mediunidade

O desejo do médium em aprimorar os seus dons quando estes já se manifestam ou de os experienciar pela primeira vez traz-lhe, por vezes, uma profunda frustração, especialmente, se se comparar com outros médiuns. No entanto, o médium deverá lembrar-se que essa frustração que sente é positiva no sentido em que algo profundo nele o lembra de um potencial irrealizado e não manifesto que está à espera da oportunidade certa, da mudança de paradigma de realidade certo, da transformação do sistema de crenças certo para se manifestar. Deve lembrar aquilo que afirma Deepak Chopra: “O desejo contém em si  mesmo a semente da realização.” Todo o desejo se irá realizar mais cedo ou mais tarde.

Marcação de sessão de Limpeza Espiritual

A Limpeza Espiritual realizada pelos Seres de Luz (presencialmente no espaço Paulo Nogueira Terapias em Lisboa ou à distância) serve o propósito de limpar pessoas com mediunidade que absorvem muito a energia de espaços e de outras pessoas, Índigos e Cristal, harmonizar-lhes o campo energético, reequilibrar-lhes a mediunidade conferindo-lhes uma paz maior para períodos mais tumultuosos bem como para limpeza espiritual da residência do médium dado que este atrai muitos espíritos desencarnados. O formulário abaixo serve para a marcação da sua sessão de Limpeza Espiritual (para Portugal, Brasil, Angola, EUA, Reino Unido ou qualquer outro país).

Terapeuta: Paulo Nogueira
Duração da sessão: 1 hora
Valor: 30 euros ou 100 reais
Modo: Presencial (em Lisboa, Portugal) ou à distância (via Skype após confirmação de pagamento)

  1. (obrigatório)
  2. (email válido obrigatório)
 

Nota: O artigo reproduzido acima é baseado em numerosos relatos de pessoas com mediunidade, não pretendendo o seu autor esgotar o assunto ou assumir qualquer figura de autoridade na matéria, estando qualquer informação nele constante sujeita a revisão sem aviso prévio podendo o seu conteúdo ser melhorado com o tempo pelo que se aconselha sempre prudência e sentido crítico na sua análise antes de se lavrar qualquer conclusão no caso de se identificar com algumas situações descritas.

Banhos de descarrego com ervas

Os banhos de descarrego servem para limpar o corpo astral e remover os fluidos negativos (ódio, raiva, irritação, nervosismo, ansiedade, etc).
As auras actuam como ímans que atraem a energia de auras de outras pessoas e lugares que se encontrem perto. Algumas pessoas mais sensíveis à energia podem sentir-se um pouco desgastadas e cansadas após terem estado em determinados locais (por exemplo, centros comerciais onde as emoções de desejo das pessoas ficam no ar, perto das montras quando elas vêem artigos que não podem comprar e entram em um pequeno sofrimento entre outras situações). Então, essas energias prendem-se à nossa aura desequilibrando-a. Quando ficam lá demasiado tempo, começam a criar doenças no corpo físico (somatização). De vez em quando, é necessário limpar a nossa aura com um banho de descarrego.

Modo de preparação

Coloque 3 litros de água numa panela e ferva a água. De seguida, tire a panela do fogo e coloque as ervas. Espere 8 minutos e coe as ervas para um recipiente. Devolva as ervas à natureza, nunca deposite no lixo. Tome o seu banho de higiene normal e de seguida deite a água do banho de ervas do pescoço para baixo.

Alecrim

Para prosperidade, abertura de caminhos e destruidor de larvas astrais (um dos propósitos da Terapia Multidimensional também consiste na eliminação de larvas astrais) sendo por isso usada contra a obsessão. Afasta a tristeza.

Aroeira

Usada para descarrego e para remover toda a negatividade. Usar do pescoço para baixo.

Arruda

Desagrega fluidos negativos, destrói as larvas astrais, destrói o acúmulo energético proveniente da repetição de pensamentos negativos emitidos pela pessoa que toma o banho bem como aqueles emitidos pelas entidades do baixo astral. Limpa a aura e afasta os obsessores temporariamente. O tempo em que a pessoa vai sentir-se livre dos obsessores está dependente da vibração dos pensamentos que ela permite, pensamentos esses que podem atrair os obsessores novamente. Assim sendo, se a pessoa tomar o banho de arruda, os obsessores vão afastar-se. No entanto, se aquilo que atraíu os obsessores, em primeiro lugar, foram pensamentos sobre raiva contra um superior hierárquico em termos profissionais, se a pessoa os permitir novamente, os obsessores vão regressar Daí a importância de terapias como a Leitura de Aura em que a pessoa pode ser reeducada no sentido em que ao tomar consciência de algo, a situação é limpa e deixa de a atrair para si. Naturalmente, se a pessoa tinha um problema com o poder proveniente, por exemplo, de uma vida passada, ao tomar consciência desse problema e da solução, ele fica resolvido. Isso pode fazer com que o obsessor se vá embora naturalmente porque já não encontra o “alimento” dos pensamentos que o problema colocava à sua disposição.

Losna (Absinto)

Usada em banhos de limpeza e descarrego. Em banho, é desagregadora de fluidos negativos. Defumada, afasta influências negativas.

Guiné

Facilita a comunicação com os bons espíritos, desagrega formas-pensamento de baixa vibração, transmite boas energias, elimina o cansaço e a indisposição e combate as obsessões de natureza sexual.

Alfazema

Equilibra as nossas energias, traz paz e harmonia e ajuda na limpeza e purificação do ambiente.

Elevante

Funciona para abrir caminhos, recuperar energia e dar ânimo. Quando usado em conjunto com o alecrim, traz clientes e atrai dinheiro.

Comigo ninguém pode

Usada para defesa.

Espada de São Jorge

Usada para proteção.

Anis estrelado

Usada para chamar dinheiro, melhorar a auto-estima e abrir os caminhos amorosos. Usada também para potenciar boas amizades, paz e triunfo quando usada na forma defumada em conjunto com outros ingredientes.

Folhas de Eucalipto

Usadas para limpar energias que um médium vai atraindo e para fortificar o espírito.

 

Ervas para prosperidade

Canela, mangueira (manga espada), cravo, erva doce, abre caminho, camomila, anis estrelado e louro.

 

Resgate da criança interior

O que é a criança interior?

A criança interior consiste num arquétipo que todos os seres humanos contêm. As crianças têm determinadas características como a espontaneidade e a capacidade de rir e de brincar.

Porém, quando passámos por situações traumáticas ou de sofrimento na infância, a tendência é a de a enclausurarmos a nossa criança interior, retirando-lhe atenção, ignorando-a, numa tentativa de nos protegermos. Como não a podemos matar porque ela é uma parte da nossa psique, ignora-mo-la.

Dado que ela é realmente a fonte da nossa criatividade, da nossa alegria, do nosso entusiasmo pela vida, com a supressão dessa parte do nosso Self, tornamo-nos quando adultos, tristonhos, de olhar embaciado, privados de alegria no olhar.

Mas a criança interior continua a residir em nós, a formar parte de quem somos, a reclamar atenção, carinho e amor. Enquanto não lhe dermos a atenção que ela pede, não a permitirmos exteriorizar-se, manifestar-se, reabrirmos o armário onde a colocámos dentro um dia quando ela foi magoada, para que nós pudéssemos passar a “adultos”, nós vamos continuar em sofrimento, sem a sua leveza, a sua descontração e sem a sua criatividade.

Embora possamos vir a atingir sucesso em termos financeiros ou profissionais (embora bem menor em profissões que exijam criatividade), continuamos a sentir-nos incompletos até que essa parte seja resolvida. Essa criança tem coisas importantes a dizer-nos. Vamos ouví-la, dar-lhe atenção, acarinhá-la, dar-lhe um abraço.

Aquilo que ela contém – criatividade, vivacidade, capacidade de rir, de brincar, de estar no momento presente, felicidade – é demasiado importante para que a continuemos a ignorar, a subtrair-lhe atenção de cada vez que surge a oportunidade de ela se manifestar, de forma a que possamos continuar em frente, com as nossas vidas.

É mais um dos paradoxos na Espiritualidade mas se não conseguirmos amar a criança que há em nós, não conseguiremos ser adultos, maduros de verdade. Sem recuperarmos a nossa criança interior, não podemos ser adultos.

Carl Jung refere:

Em todo adulto espreita uma criança – uma criança eterna, algo que está sempre vindo a ser, que nunca está completo, e que solicita atenção e educação incessantes.

Essa é a parte da personalidade humana que quer desenvolver-se e tornar-se completa.

A Terapia Multidimensional ao serviço da criança interior

De vem em quando, a criança interior encontra-se fora do corpo do paciente por algum trauma sofrido ou porque foi raptada por seres espirituais. O que as equipas de Seres de Luz fazem é encontrarem-na e reintegrarem-na no corpo do paciente.

Assim que ela regressa, regressam as qualidades a ela inerentes, qualidades essas que manifestam as vibrações originais da alma.

Para efectuar a sua marcação poderá usar o formulário abaixo ou usar um dos nossos meios de contacto.

Marcação de consulta de Terapia Multidimensional

Modo: Presencial (em Lisboa) ou à distância
Duração da sessão: 1 hora
Valor de troca: 30€

  1. (obrigatório)
  2. (email válido obrigatório)
 

Dons espirituais

Telecinese

Telecinese consiste na capacidade de mover objectos à distância com a mente. Dado que para a telecinese é necessária a acção da mente e dado que todos os seres humanos têm mente, então, potencialmente todos temos telecinese. Para desenvolver telecinese, é necessária concentração profunda (aqui a prática da meditação pode ajudar), de seguida sentir a nossa própria energia (praticar até se conseguir sentir o nosso campo energético) e, por fim, criar mentalmente a imagem de um objecto e visualizar o seu movimento.
O caso de telecinese mais estudado de sempre é o de uma russa de nome Nina Kulagina que descobríu a sua estranha capacidade por volta dos 33 anos. Nina acreditava ter recebido o dom de sua mãe que disse, quando zangada, tinha o hábito de mover objectos de forma espontânea.

Uma das experiências mais celebradas de Nina teve lugar num laboratório de Leninegrado em 10 de Março de 1970. Curiosos por observarem que Nina conseguia, de facto, mover objectos inanimados, os cientistas levantaram a hipótese de Nina poder influenciar tecidos orgânicos. Um dos cientistas que acompanhou uma experiência em que Nina conseguíu interromper o coração de um sapo que tinha sido extraído cirurgicamente e colocado a bater dentro de um frasco de solução foi Sergeyev.

Sergeyev observou que Nina, extremamente concentrada no coração, conseguíu fazê-lo bater mais depressa, de seguida mais devagar até que, por fim, com um pouco mais de esforço conseguíu pará-lo.

No final dos anos 70, Nina teve um ataque cardíaco quase fatal o que a forçou a abrandar as suas experiências. De acordo com um relatório médico produzido pelo Dr. Zverev, Nina sofria de dores nos braços e nas pernas, descoordenação motora e tonturas. Nina acabaria por falecer em Abril de 1990, vítima de ataque cardíaco, eventualmente provocado pelo esforço durante todos os anos em que praticou a telecinese.

Chakras

Chakras são centros energéticos que captam, armazenam e distribuem o prana (energia vital).

Chakra da raíz – Muladhara

Muladhara - Chakra da raíz

Chakra da raíz – Muladhara

Localização: Base da espinha
Mantra: Lam
Pétalas: 4
Côr: Vermelho
Elemento: Terra

Chakra das emoções – Svadhisthana

Chakra das emoções - Swadhisthana

Chakra das emoções – Swadhisthana

Localização: Abaixo do umbigo
Mantra: Vam
Pétalas: 6
Côr: Laranja
Elemento: Água

Chakra do plexo solar – Manipura

Chakra do Plexo Solar - Manipura

Chakra do Plexo Solar – Manipura

Localização: Umbigo
Mantra: Ram
Pétalas: 10
Côr: Amarelo
Elemento: Fogo

Chakra do coração – Anahata

Anahata - Chakra do Coração

Chakra do Coração – Anahata

Localização: Coração
Mantra: Yam
Pétalas: 12
Côr: Verde
Elemento: Ar

Chakra da garganta – Vishudda

Chacka da garganta - Vishudda

Chakra da garganta – Vishudda

Localização: Garganta
Mantra: Ham
Pétalas: 16
Côr: Azul claro
Elemento: Éter

Chakra da intuição – Ajna

Chacka da intuição - Ajna

Chakra da intuição – Ajna

Localização: Ponto entre as sobrancelhas
Mantra: Om
Pétalas: 2
Côr: Índigo
Elemento: Todos os elementos

Chakra da coroa – Sahasrara

Chacka da coroa - Sahasrara

Chakra da coroa – Sahasrara

Localização: No topo da cabeça
Mantra: Aum
Pétalas: 1000
Côr: Violeta
Elemento: Todos os elementos